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SUMMARY:VI Simpósio Internacional LAVITS
DESCRIPTION:PROGRAMAÇÃO \nA programação completa está disponível aqui. \n  \nASSIMETRIAS E (IN)VISIBILIDADES: VIGILÂNCIA\, GÊNERO E RAÇA \nVI Simpósio Internacional LAVITS \nSalvador\, 26 a 28 de junho de 2019 \nAinda que a crescente presença de processos de vigilância nos espaços urbanos\, informacionais e sociais seja um fenômeno global\, suas inscrições locais comportam singularidades que merecem ser pesquisadas e debatidas. Sabe-se que na América Latina\, e no Brasil em particular\, as tecnologias e práticas de vigilância e controle são historicamente atreladas a estruturas coloniais\, estatais e econômicas de produção de desigualdades\, segregação ou mesmo extermínio de populações específicas\, especialmente\, indígena e negra. Sabe-se\, igualmente\, que a criminalização da pobreza vem sendo reproduzida em diferentes momentos da história latino-americana e brasileira\, tornando territórios\, comunidades e populações pobres alvos privilegiados da violência\, vigilância e controle por parte do Estado. Ao mesmo tempo\, são historicamente conhecidas as diversas formas de controle e vigilância sobre o corpo e a vida das mulheres. \nApesar da evidência de todos esses processos\, os estudos de vigilância ainda não lhes dedicaram a devida atenção. Essa edição do Simpósio Internacional LAVITS pretende contribuir para o enfrentamento dessa lacuna\, levando em conta tanto as heranças históricas da relação entre vigilância\, gênero e raça\, quanto os seus desdobramentos contemporâneos. As atuais arquiteturas\, dinâmicas e tecnologias de vigilância persistem sendo marcadas por uma forte assimetria\, vigiando\, controlando e punindo certos grupos e garantindo a segurança\, o conforto e a mobilidade de outros. Os avanços da biometria\, da vigilância algorítmica\, dos sistemas de reconhecimento facial\, da captura e análise massiva de dados pessoais para a produção de perfis comportamentais e microtargeting\, entre muitos outros exemplos\, vêm reforçando as inquietações com a reprodução de desigualdades\, preconceitos e discriminações. Lógicas de poder similares são reproduzidas nas cidades\, no campo\, no controle de fronteiras e no espaço informacional. \nPretende-se ainda discutir como a produção de assimetrias alia-se a um complexo regime de (in)visibilidades. Na busca pelo aparelho que permite ver melhor\, mais longe\, mais perto ou ver de verdade\, o olhar vigilante produz norma\, padrão\, apagamentos e silenciamentos. Os aparatos de vigilância e controle persistem operando entre a invisibilidade dos sujeitos e corpos subjugados e a hipervisibilidade do corpo negro ou indígena racializado\, do corpo sexualmente mercantilizado da mulher ou do corpo transexual hostilizado. Tais regimes de (in)visibilidade articulam-se a arquiteturas de violência que tornam alguns mais suspeitos\, mais perigosos\, mais indesejáveis\, mais matáveis que outros. Compreender as heranças e atualizações dessas assimetrias e invisibilidades\, bem como explorar e analisar as formas que elas assumem nos aparatos contemporâneos de vigilância visa não apenas preencher uma lacuna na produção de conhecimento\, como também abrir novos horizontes e práticas de pesquisa e de debate público e científico sobre o tema. \n  \nO EVENTO \nA Rede LAVITS (Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade)\, fundada em 2009\, conta com membros de ao menos 14 instituições de quatro países latino-americanos (Brasil\, Argentina\, México e Chile) e um país europeu (Bélgica). Com histórico de realização de simpósios internacionais em diferentes países latino-americanos (como México\, Argentina\, Chile e Brasil)\, a LAVITS retorna ao Brasil em 2019\, para a cidade de Salvador (Bahia)\, apropriadamente situada para as discussões sobre assimetrias e (in)visibilidades. \nEste simpósio visa promover um espaço interdisciplinar de debates e de intercâmbio de conhecimentos sobre as relações entre tecnologias de vigilância e a reprodução de assimetrias na América Latina\, especialmente aquelas relacionadas à discriminação socioeconômica\, racial e de gênero. \nA LAVITS convida pesquisadores\, artistas e ativistas para a submissão de resumos\, que podem estar vinculados\, mas não limitados\, aos seguintes temas: \n\nVigilância\, desigualdades e vulnerabilidades\n• Assimetrias da vigilância: racismo e sexismo\n• Afetos e tecnologias: redes de controle e de insurgência\n• Corpos\, técnicas e regimes de (in)visibilidade\n• Arte\, estética e políticas da (in)visibilidade\n• Subjetividades e modos de subjetivação na cultura da vigilância\n• Tecnoativismos\, feminismos e narrativas (storytelling)\n• Tecnopolíticas do comum: produção\, apropriação\, extração e resistências\n• Saberes\, tecnologias e resistências: ancestralidade e decolonialidade\n• Laboratórios\, metodologias de pesquisa e práticas experimentais nos estudos de vigilância\n• Investigação e Intervenção: pesquisa ativista; ficção; simulação; pré-figuração e protótipos.\n• Heranças da vigilância e táticas de resistência na América Latina: quilombolas\, povos originários\, trabalhadoras da terra etc.\n• Movimentos sociais e conflitos: anonimato\, criptografia e segurança\n• Comunicação pública sobre vigilância na América Latina: especificidades e desafios\n• Necropolítica\, Estado e neoliberalismo: populações\, territórios e modos de vida vulneráveis\n• Democracia\, exceção e autoritarismo no capitalismo de vigilância\n• Discurso de ódio e desinformação nas redes sociotécnicas\n• Democracia e maquinarias de controle\n• Eleições e Big Data\n• Governamentalidade algorítmica\, inteligência artificial e capitalismo maquínico\n• Dados pessoais\, comportamentais e psicométricos nas redes sociotécnicas\n• Capitalismo de vigilância\, de plataforma e o uso econômico de dados informacionais\n• Trabalho digital global no capitalismo de plataforma e de vigilância\n• Trabalho e automação: controle\, regulação\, extração\, direitos\n• Cidades e territórios: da gestão “inteligente” à militarização do cotidiano\n• Territorialidades subversivas\n• Políticas da verticalidade: drones\, satélites e visibilidades de sobrevôo\n• Infra-estruturas e hiper-objetos de vigilância e controle\n\nAPRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS \nO Simpósio aceitará propostas até 15/03/2019 (Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59)\, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas\, mostras artísticas\, trabalhos individuais e sessões livres. \nOs resumos para trabalho individual devem ter até 300 palavras\, com três a cinco palavras-chave. \nAs propostas para sessão livre\, devem ser enviadas pelo coordenador da sessão\, descrevendo a temática geral da sessão (até 500 palavras) e os convidados (até 4 apresentações). O coordenador da sessão será o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no evento. \nAs propostas de oficina deverão conter: título da oficina\, descrição da oficina (até 300 palavras)\, público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina (como projetor\, mesas\, entre outros). \nAs propostas de intervenção artística devem incluir: título da mostra\, formato\, descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra. \nO formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todas as modalidades (trabalhos individuais\, sessões livres\, oficinas e intervenções artísticas). O formato deverá ser fonte 12\, espaço entre linhas 1.5\, justificado. Todas as submissões devem incluir\, no cabeçalho: título\, modalidade\, dados do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo\, filiação institucional\, titulação e email)\, resumo ou descrição da proposta\, conforme a modalidade. \nAs propostas de trabalho podem ser enviadas em português\, espanhol ou inglês\, em formato PDF\, .doc ou .odt para lavits2019@ufba.br\, com “LAVITS_2019” no assunto da mensagem. Em caso de aceite\, a data limite de entrega  do trabalho completo é 30/05/2019. \nOs trabalhos apresentados no Simpósio serão publicados nos Anais do evento. \nCOMITÊ de ORGANIZAÇÃO \nFernanda Bruno (UFRJ)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Mari Queiroz (Pretas Hacker)\, Sil Bahia (Preta Lab)\, Graciela Natansohn (Gig@ – UFBA)\, Mônica Paz  (Gig@ – UFBA)\, Rodrigo Firmino (PUCPR). \nCOMITÊ CIENTÍFICO \nBruno Cardoso (UFRJ)\, Fernanda Bruno (UFRJ)\, Graciela Natansohn (UFBA)\, Henrique Parra (Unifesp)\, Karla Brunet (UFBA)\, Marta Kanashiro (Unicamp)\, Mônica Paz (UFBA)\, Pablo Rodriguez (UBA)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Rafael Evangelista (Unicamp)\, Rodrigo Firmino (PUCPR)\, Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro (UFRJ)\, Izabela Domingues (UFPE)\, Kênia Freitas (UFES)\, Tharsila Fariniuk (PUC)\, Paulo Lara (Artigo19)\, Rodrigo Gonzatto (PUCPR)\, André Lemos (UFBA)\, Icaro Vidal (PUC-SP)\, André Holanda (UFRRJ)\, Frederick van Amstel (UTFPR)\, Lynn Alves (UFBA) Laura Castro (UFBA)\, José Carlos Ribeiro (UFBA)\, Cezar Migliorin (UFF)\, Diego Vicentin (Unicamp)\, Daniela Araújo (Maria Lab)\, Gabriel Menotti (UFES)\, Carolina Cantarino Rodrigues (Unicamp)\, Edson Teles (Unifesp)\, Alexandre Hannud Abdo (LISIS-INRA\, France)\, Maria Fernanda Novo Santos (Unesp)\, Mariela Brazon Hernandez (UFBA)\, Mary Valda Souza Sales (UFBA)\, Janaína dos Reis Rosado (UNEB)\, Isa Beatriz da Cruz Neves (UFBA)\, Luciana Guilhon Albuquerque (UFRJ)\, Camila Santana (IFCTB)\, Marcus Bastos (PUC -SP)\, Karina Menezes (FACED – UFBA)\, Daniela Manica (UNICAMP)\, Irme Bonamigo (U. Chapeco). \nDATAS IMPORTANTES: \nEntrega dos Resumos: 15/03/2019 –> Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59. \nDivulgação dos resumos aprovados: 05/04/2019 –> Prazo prorrogado até sexta\, dia 12/04 \nEntrega dos trabalhos completos: 30/05/2019 –> Prazo prorrogado até quarta\, dia 19/06.  \nPara fazer o download da Chamada de Trabalhos completa\, clique aqui: \nCFP_Simposio-LAVITS-2019 \nPRESTACAO-DE-CONTAS-PUBLICA_CGI \nCONTATO: \nlavits2019@ufba.br \nREALIZAÇÃO: \nRede LAVITS\, IHAC-UFBA e gig@/Facom-UFBA \nAPOIO \n                
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SUMMARY:V Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências”
DESCRIPTION:A Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância\, Tecnologia e Sociedade (LAVITS)\, a Universidade do Chile e a ONG Datos Protegidos convidam para o \nV Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências” \n                                                \n(29 e 30 de novembro\, 01 de dezembro de 2017) \n  \n\n\n\n\nI. Objetivos do Simpósio \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO principal objetivo dos Simpósios da LAVITS tem sido a geração de um fórum para analisar e debater\, ao longo do tempo\, os desafios colocados pela presença da vigilância nas sociedades\, com um enfoque específico sobre a realidade continental da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \nBusca-se consolidar um espaço de colaboração multidisciplinar entre pesquisadores\, profissionais de mídia\, movimentos sociais e artistas\, com foco na pesquisa e na discussão de temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e controle em nossas sociedades. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nII.  Tema do Simpósio 2017 \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO tema do V Simpósio priorizará os impactos das tecnologias de vigilância (via plataformas digitais\, dispositivos móveis\, institucionais etc) sobre o exercício da democracia e dos direitos humanos fundamentais\, como a privacidade\, destacando as vulnerabilidades no contexto latino-americano e as possibilidades de resistência às tentativas de controle dos movimentos sociais por parte do Estado e grandes corporações. \n\n\n\n\n\n\n  \nA crescente capacidade de vigilância sobre as populações revela a assimetria de poder entre diferentes grupos da sociedade. Neste cenário\, em que as empresas e os Estados investem na prospecção de dados populacionais\, entendemos como vulneráveis todo grupo de pessoas suscetíveis a uma vigilância em massa que aprofunde as desigualdades ou impeça o pleno exercício da cidadania. \n  \nNo que diz respeito ao direito à privacidade\, em nossas democracias está resguardado e garantido\, com base na Declaração dos Direitos Humanos\, que “Ninguém será sujeito à interferência na sua vida privada\, na sua família\, no seu lar ou na sua correspondência\, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques” (Artigo 12). \n  \nContudo\, nas últimas décadas\, a noção e a experiência de privacidade têm sido tensionadas e complexificadas pelo crescente uso e massificação de tecnologias de informação e comunicação como a Internet\, as mídias e redes sociais. Tais tecnologias já não são apenas um espaço para o exercício da liberdade de expressão como autoexpressão\, mas também um espaço que forma opinião pública e permite a emergência de outros discursos\, em disputa com os poderes tradicionais: imprensa e meios de comunicação\, governos e autoridades\, elites. \n  \nTal cenário torna-se mais problemático com a crescente ativação de serviços on-line que solicitam dados e informações pessoais ou estão associados a sistemas de monitoramento online\, que permitem análise de comportamentos e/ou motivações sobre gostos e decisões de compra\, posições políticas ou diferentes situações cotidianas na vida privada\, social e no trabalho. Assim\, as redes sociais e serviços online estão constantemente mudando suas regras relativas aos termos de privacidade\, com a finalidade de acumular cada vez mais informações sobre seus usuários em todo o mundo. \n  \nEm outras ocasiões\, esses dados – ou parte deles – também são solicitados e coletados pelos governos ou serviços de inteligência nacional e internacional\, em nome da segurança ou do interesse público. Paralelamente\, tecnologias de vigilância – como os drones\, por exemplo – começam a ser utilizadas em diferentes cidades e territórios por toda a América Latina\, sob a alegação de fortalecer o combate ao crime e ao terrorismo\, o que acaba gerando novos conflitos\, por suas implicações no uso de dados pessoais ou de imagens. Além disso\, os modelos atuais de gestão “inteligente” de grandes cidades investem fortemente em sistemas de coleta e visualização de dados sobre territórios e populações\, ampliando as margens de controle e vigilância sobre o espaço urbano em geral\, bem como as práticas de controle e violência do Estado sobre as vidas que habitam as regiões mais pobres da cidade. Outras vezes\, tanto a coleta de dados como as tecnologias de vigilância são utilizadas para encobrir o monitoramento de organismos estatais dirigido a ativistas\, jornalistas e comunicadores sociais num sentido amplo. Paulatinamente os sistemas biométricos (impressões digitais ou sistemas de reconhecimento facial) também estão sendo estabelecidos como dispositivos de controle de acesso\, identidade ou certificação de segurança em espaços de trabalho ou instituições. Em todos esses casos\, as tecnologias de vigilância e controle costumam afetar mais intensamente a certos grupos sociais e étnico-raciais (pobres\, mulheres\, negros e indígenas)\, reforçando o quadro de desigualdade quanto à  garantia de direitos humanos e civis nas democracias latino-americanas. \n  \n\n\n\n\n\n\nEsses diversos contextos fundamentam a escolha da temática do impacto da vigilância sobre a democracia e a privacidade como o foco do Simpósio Internacional LAVITS em 2017. Pretende-se que este seja um espaço de encontros\, diálogos e debates entre pesquisadores e acadêmicos\, profissionais da comunicação\, movimentos sociais e artísticos\, ativistas\, líderes e representantes de organizações da sociedade civil sobre temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e o controle tecnológico em nossas sociedades. Por essa razão\, estamos interessados que este simpósio seja uma ocasião para compartilhar resultados de pesquisas teórico-conceituais\, estudos aplicados e também a sistematização de experiências concretas realizadas a partir do trabalho social e territorial. \n\n\n\n\n\n\n\n  \nIII. Histórico do Simpósio LAVITS \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO primeiro Simpósio Internacional “Vigilância\, Segurança e Controle Social na América Latina”\, realizado em 2009 na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Curitiba\, Brasil)\, foi um marco na fundação da rede LAVITS. Coorganizado por pesquisadores de universidades do Brasil (UFRJ\, PUCPR e Unicamp)\, México (UAEM) e Reino Unido (Universidade de Newcastle)\, o evento foi apoiado pela Fundação Araucária (Brasil) e pela Rede de Estudos de Vigilância. O II Simpósio Internacional ocorreu em 2010 na Universidade Autônoma do Estado do México (Toluca) e reuniu pesquisadores em torno do tema “Identificação\, Identidade e Vigilância na América Latina”. Este evento resultou no desenvolvimento conjunto do projeto de pesquisa “Efeitos Sociais do Tratamento e da Regulação de Dados Pessoais na América Latina”\, financiado pelo International Development Research Centre (IDRC-Canadá). \n\n\n\n\n\n\n  \nEm 2015\, com o tema geral “Vigilância\, Tecnopolíticas e Territórios” o III Simpósio Internacional retorna ao Brasil e é realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nesta edição\, o Simpósio se expande de maneira significativa tanto em números de participantes quanto na diversidade de atividades\, instituições coorganizadoras e apoios. Em 2016\, o IV Simpósio “Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina” acontece na cidade de Buenos Aires\, Argentina\, com a organização da Fundación Vía Libre e da Área de Tecnologia\, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires. Esses dois simpósios foram apoiados pela Fundação Ford no âmbito do projeto “Rede Latino-americana de estudos em vigilância\, tecnologia y sociedade / LAVITS: interseções entre pesquisa\, ação e tecnologia”. \n  \nDesta vez\, o Simpósio se transfere para o Chile\, organizado pelo Instituto de Comunicação e Imagem (ICEI) da Universidade do Chile e pela Fundação Datos Protegidos\, organização sem fins lucrativos\, dedicada à promoção e defesa da privacidade e dados pessoais nesse país. O objetivo é gerar um espaço de intercâmbio acadêmico\, ativista e jornalístico em âmbito internacional a respeito das problemáticas abordadas por LAVITS e\, assim\, poder ampliar esta Rede de estudos no contexto da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nCONVOCATÓRIA DE RESUMOS \n  \nA. TEMÁTICAS \nConvidamos pesquisadores (independentes ou de instituições acadêmicas e centros de pesquisa)\, acadêmicos\, ativistas e representantes da sociedade civil\, ao envio de resumos para apresentação de trabalhos em uma ou mais dos seguintes eixos temáticos. \n  \nI) Vigilância de comunidades\, trabalhadores\, profissionais da comunicação e ativistas. Incluem-se as problemáticas e táticas de resistência que afetam a:  \n–     Povos originários e outros grupos sociais vulneráveis \n–     Jornalistas\, profissionais do audiovisual e comunicadores sociais \n–     Defensores de direitos humanos na Internet \n–     Trabalhadores  e monitoramento \n  \nII) Espaço e território.  \n\nCidades inteligentes e espaços de controle\nBig Data e cidade neoliberal\nGeopolítica de segurança pública: fronteiras\, exceção e militarização do espaço urbano\nEspaço aéreo e verticalização do controle: de satélites a drones\nInfraestruturas da vigilância: políticas de (in)visibilidade\n\n  \nIII) Espaço online e vigilância ampliada:  \n\nRedes sociais\nObjetos conectados\nAplicações móveis\nCiberdefesa /Cibersegurança\nAlgoritmos\, inteligência artificial e machine learning\n\n  \nIV) Economia da Vigilância: \n\nBig Data e mercados de vigilância\nCapitalismo da vigilância e desigualdade social\n\n  \nV) Corpos e Vigilância: \n\nSaúde e cuidado\nBiometria\, sensores\, scanners\nBiovigilância e Biossegurança\n\n  \nPRAZO PRORROGADO: Resumos podem ser enviados paralavits2017@datosprotegidos.org até 20 de agosto de 2017 31 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3) \n  \nB. TIPO DE RESUMOS\n\nPodem ser apresentados trabalhos ou painéis sobre pesquisas\, projetos e trabalhos acadêmicos\, ativistas ou artísticos. As propostas devem ser enviadas em espanhol\, português ou inglês. \n  \nTRABALHOS \nExtensão Máxima de 400 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até três autores por trabalho. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nOs resumos enviados devem seguir a seguinte estrutura: \n\nTítulo do trabalho.\nNome completo dos autores.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nTipo de trabalho: texto acadêmico/pesquisa científica\, práticas artísticas\, relato de experiência(s).\nResumo descritivo.\n\n  \nPAINÉIS \n  \nOs painéis irão discutir temas fechados previamente estabelecidos pelos interessados. \nA extensão máxima do resumo será de 1.000 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até quatro resumos por painel. Os coordenadores de painéis devem incluir também uma proposta de moderador. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nEstrutura do resumo: \n\nTítulo do painel.\nNome dos proponentes.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nResumo descritivo (deve incluir a descrição geral e uma breve resenha de cada exposição).\n\n  \nOs resumos devem ser enviados ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \n  \nC. CRONOGRAMA \nA chamada permanecerá aberta até 20 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3)  ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \nUma vez recebidas\, as propostas apresentadas serão avaliadas e selecionadas por um Comitê Científico. \nA confirmação da participação no Simpósio e os trabalhos completos serão recebidos até o dia 30 de outubro de 2017 às 23:59. \n\n  \n\nD. PUBLICAÇÃO \n  \nAs comunicações aceitas e apresentadas durante o evento serão incluídas\, pela organização\, nos Anais do Simpósio e no livro que reunirá as contribuições aceitas. Os trabalhos aceitos e não apresentados não serão incluídos na publicação. \nEm breve serão divulgadas as características do formato dos trabalhos completos. \nE. APOIO
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DESCRIPTION:“Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina” \nA Rede Latinoamericana de Vigilância\, Tecnologia e Sociedade realizará seu IV Simpósio Internacional na cidade de Buenos Aires\, Argentina\, entre 21 e 23 de novembro de 2016\, no Centro Cultural General San Martín (Sarmiento 1551). Depois de edições no Brasil e no México\, este será o primeiro o Simpósio realizado na Argentina. \nO IV Simpósio LAVITS buscará debater sobre a existência de novos paradigmas da vigilância\, produzindo uma perspectiva desde a América Latina. \nConfira o site oficial do evento aqui. \nO imaginário popular sobre a vigilância inclui a existência de espiões e enormes redes de inteligência dedicadas ao monitoramento de cidadãos “suspeitos”. Ainda que este paradigma de vigilância possa ter sido vigente em outras décadas\, é certo que com o advento das tecnologias digitais\, os custos da vigilância\, tanto estatal como corporativa\, têm baixado dramaticamente. Isso permite que se acumulem dados sobre os cidadãos de maneira preventiva\, mesmo quando não haja razões fundamentadas para a existências dessas bases de dados. \nA modificação na narrativa da segurança a partir do atentado contra as Torres Gêmeas permitiu que se incorporasse uma nova doutrina de vigilância de “informação total”. Essa nova doutrina é diametralmente oposta a qualquer princípio de direitos humanos\, mas o secretismo na gestão da informação e a aceitação de cooperação entre o setor público e o privado na coleta e processamento de dados convertem este tipo de vigilância numa prática fora do controle público. \nA incorporação de tecnologia em numerosos âmbitos da vida cotidiana – desde as ruas com câmeras de vigilância até os espaços mais íntimos povoados com dispositivos inteligentes que informam dados sobre os usuários para terceiros – vem tornando a vigilância mais ubíqua e invisível. Os marcos regulatórios que deveriam proteger os cidadãos têm se tornado obsoletos diante desta realidade\, e a ausência de prestação de contas no setor público e privado complexifica o cenário no momento da tomada de decisões. \nO desafio é\, como nunca antes\, global. Os dados que se produzem sobre um usuário na América Latina são transferidos a um centro de processamento nos Estados Unidos para que sejam analisados na Europa. A novas doutrinas de segurança incluem conceitos difusos como de “ciberguerra” para implementar mecanismos cada vez más complexos de coleta de dados digitais. Os cidadão se veem impotentes em sua capacidade de reivindicação\, ou ainda desconhecem diretamente o fato de que estão sendo observados. \nO fenônemo não se dá de maneira homogênea e igual em todas as partes; existem singularidades essenciais no âmbito da América Latina que necessitam ser pesquisadas\, ressaltadas e colocadas em discussão. Este é o propósito principal do IV Simposio de LAVITS. \nNOTA: Os visitantes estrangeiros são muito bem-vindos\, entretanto\, como a inscrição do evento é gratuita\, cada participante deverá se encarregar de seus próprios gastos de estadia e alimentação. \nConvidamos pesquisadores\, professores\, ativistas e artistas a enviar sus resumos de trabalho para o IV Simpósio Internacional LAVITS de acordo com algum destes temas chave: \n\n\nDoutrina de segurança e serviços de inteligência \n\n\nMudanças nas doutrinas da América Latina segurança. Combate ao narcotráfico e vigilância. As agências de inteligência: práticas antidemocráticas\, reformas\, avanços e recuos. Quem vigia os guardiões?: Segredos excessivos dos serviços de inteligência e a falta de responsabilidade pública. Inteligência e contra-inteligência: os riscos para uma segurança democrática. \n\n\nVigilância\, espaço e território \n\n\nA incorporação de tecnologia para a vigilância no espaço público. Drones\, CCTV: marcos regulatórios e desafios. Protecção da privacidade no espaço público. Cidades inteligentes e monitoramento dos cidadãos. Grandes eventos (Jogos Olímpicos\, Copa do Mundo)\, como uma desculpa para a implementação de tecnologias de vigilância. Controle de multidões. \n\nIdentificação e biometria\n\nDesenvolvimento de sistemas de coleta de dados biométricos. Os riscos de implementação. Biometria como uma ferramenta para a privacidade. Bases de dados biométricos: vulnerabilidades dos sistemas. A aceitação cidadã da coleta de dados biométricos pelo Estado. \n\n\nA sedução do número: decisões baseadas em algoritmos e Big Data \n\n\nO Big Data na América Latina. A neutralidade de algoritmos e a terceirização das decisões. O prestígio político de tomar decisões com base em algoritmos. As cidades “inteligentes” e a gestão do governo. \n\nNovos desafios na proteção de dados pessoais\n\nOs marcos regulatórios ultrapassadas e os novos desafios para a protecção dos dados pessoais. A retirada do consentimento. Existe consentimento informado ainda? A transferência de informações além da fronteira: a lei por trás da tecnologia. Um novo paradigma dinâmico para a protecção de dados pessoais. A presunção mínima de privacidade. A responsabilidade dos intermediários e auto-regulação das empresas. \n\nVigilância corporativa\n\nVigilância como um modelo de negócio. Abuso corporativo e coleta de dados indiscriminada. Privacidade e os desafios de consentimento informado. Vigilância corporativa\, transparência e rendição de contas. Os termos e condições: espada da vigilância. Abuso no trabalho através da implementação de tecnologias de monitorização e controle. Vigilância de espaços públicos ou semi-privados: limites e controles. \n\n\nDimensiones culturais da vigilância \n\n\n“Não tenho nada a esconder”. Superentendidos e mal-entendidos da vigilância. A aceitação da recolha maciça de dados pessoais. Meus dados são minhos: um formulário com muitas perguntas. A inteligência de código aberto: a contribuição dos cidadãos na apresentação voluntária de dados. Cultura de vigilância nos relacionamentos afetivos: porque eu te amo estou te vigilando. O discurso da neutralidade tecnológica. Vida em redes sociais e vigilância “em tempo real”. \n\n\nResistências e contravigilância \n\n\nCasos de sucesso ou fracasso: combatendo a vigilância. Construção de espaços livres de dispositivos de rastreamento. Tecnologias de contravigilância e projectos de desenvolvimento (criptografia\, internet livre\, eletrônica lúdica\, hardware aberto). \n\n\nArte\, vigilância e tecnologia \n\n\nPotencial expressivo das novas tecnologias. Internet e as coisas. Novos dispositivos ressignificados. Usos e apropriações das tecnologias. Casos\, performances\, instalações e Vjs\, a art-veillance. \nApresentação de resumos e propostas\nO Simpósio aceitará propostas até 19 de Agosto\, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas\, mostras artísticas\, trabalhos e mesas temáticas. \nAs propostas de oficinas deverão incluir: título da oficina\, descrição da oficina (até 300 palavras)\, público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina\, que no caso seriam (projetor\, mesas\, entre outros). \nAs propostas de mostras artísticas devem incluir: título da mostra\, formato e descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra. \nOs resumos devem ter até 300 palavras\, com três a cinco palavras chave. Aqueles que desejem coordenar mesas temáticas\, deverão enviar da mesma forma sua proposta\, descrevendo a temática geral da mesa (até 500 palavras) e os convidados da mesa. No caso\, aquele que propõe como coordenador é o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no dia do evento. \nO formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todos os casos. O formato deverá ser fonte 12\, espaço entre linhas 1.5\, justificado. A proposta deve incluir: título da exposição\, mesa temática\, mostra artística\, ou oficina\, dados pessoais do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo\, filiação institucional\, título e email). O cabeçalho da apresentação deve conter: título\, dados pessoais e a continuação da descrição ou o resumo\, conforme o tipo de particpação. \nAs propostas de trabalho podem ser enviadas em espanhol\, português ou inglês. Os resumos podem ser enviados em formato PDF\, .doc ou .odt para info at vialibre.org.ar. \nCaso o resumo seja aceito\, a data limite de apresentação do trabalho é até 30 de outubro. \nA informações do evento estão disponíveis no site http://lavits2016.vialibre.org.ar. Outras informações ou dúvidas podem ser enviadas para info at vialibre.org.ar. \nOrganização:\nEquipe\n• Pablo Esteban Rodríguez\n• Laura Siri\n• Beatriz Busaniche\n• Flavia Costa\n• Fernanda Bruno\n• Camilo Enrique Ríos Rozo\n• Andrés Pérez Esquivel\n• Priscilla Calmon / Luciana Albuquerque\n• Sarah Costa Schmidt\n• Marta Kanashiro \nOrganizações: \nLAVITS \nFundação Via Libre \nFundada no ano 2000\, a Via Libre é uma organização sem fins lucrativos na Argentina\, dedicada a defesa dos direitos civis em questões relativas a tecnologias. Entre suas áreas de trabalho se encontram temas de privacidade\, vigilância\, software livre\, propriedade intelectual\, liberdade de expressão na Internet e voto eletrônico. \nÁrea de Tecnologia\, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais\, Universidade de Buenos Aires \nA área de Tecnologia\, Cultura e Política foi criada em 2014 por um grupo de docentes\, estudantes e pesquisadores no âmbito da Carreira de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais\, da Universidade de Buenos Aires. A partir de uma hipótese de mútuo condicionamento entre fenômenos técnicos e fenômenos sociais\, se propõe desenvolver e apoiar pesquisas\, assim como participar em debates\, que abordem a análise de fenômenos comunicacionais\, culturais\, estéticos e políticos aonde a dimensão tecnológica seja constitutiva: desde o estudo das imbricações entre tecnologias do poder e biotecnologias até a análise cultural de novos gêneros artísticos como a bioarte\, passando pelas novas estratégias de controle e vigilância a céu aberto\, as atuais dinâmicas de apropriação do conhecimento e os usos políticos\, econômicos e sociais das redes sociais\, entre outros temas. \nApoio \n\nPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura/UFRJ\n\nO Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ foi criado em 1972 e é o segundo mais antigo do país. Desde então\, vem formando docentes universitários\, pesquisadores e especialistas nas áreas de Comunicação\, Cultura e Novas Tecnologias. Programa de nível 6 pela CAPES (Brasil) tem como pressuposto básico a ideia de que a comunicação impõe-se hoje como força estruturante de novas formas de socialização. Nesse sentido\, as atividades de ensino e pesquisa focalizam as dinâmicas de articulação de formas tradicionais de vida e cultura com as novas tecnologias da comunicação e da informação. \n\nMediaLab.UFRJ\n\nO MediaLab.UFRJ é um laboratório experimental de pesquisa\, com foco nos seguintes temas: redes sociotécnicas\, visualidades\, tecnopolíticas e subjetividades.  Com sede na Escola de Comunicação/UFRJ\, o laboratório é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura/UFRJ e conta com pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento. \n\nLabjor\n\nO Laboratório de Jornalismo (Labjor) da Unicamp firmou-se em seus 20 anos de existência como um centro de referência\, no país e na América Latina\, para a formação e para os estudos em comunicação e jornalismo\, voltando-se especialmente para comunicação de ciência e tecnologia\, e divulgação científica e cultural. Suas atividades e programas acadêmicos espelham a preocupação com uma reflexão critica e atual sobre os fenômenos contemporâneos ligados a comunicação\, ciência e tecnologia\, a cultura científica\, e as  relações entre ciência e sociedade a partir de uma abordagem multidisciplinar. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Divulgação Cientifica e Cultural\n\nO Programa de Pós-Graduação em Divulgação Cientifica e Cultural criado em 2006\, é parte do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) e ao Laboratório de  Jornalismo (Labjor) da Unicamp. O Grupo de Pesquisa Informação\, Comunicação\, Tecnologia e Sociedade compõem este programa a partir da linha de pesquisa de mesmo nome. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas\n\nO Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP é um dos mais tradicionais do Brasil\, tendo completado 40 anos de existência em 2014. Uma tradição que coincide com excelência e inovação. Seu quadro docente é reconhecido internacionalmente pela importância de sua produção\, mas também por sua abertura a diferentes linhas teóricas e práticas de pesquisa\, alinhada ao constante incentivo a investigações sobre novas temáticas na área de Sociologia. Dessa forma\, os alunos têm a oportunidade de se inserirem em um ambiente de ricas trocas de conhecimento\, que se materializam em Centros\, Núcleos\, Grupos e Laboratórios de Pesquisa. O Grupo de Pesquisa Conhecimento\, Tecnologia e Sociedade (CTeMe) compõem este programa de pós-graduação. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) – PUCPR\n\nO PPGTU é um programa de mestrado e doutorado em estudos urbanos de caráter interdisciplinar\, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)\, estruturado em três linhas de pesquisa: (1) Políticas Públicas; (2) Planejamento e Projeto Urbano e Regional e (3) Gestão e Tecnologias Ambientais. Programa nível 5 pela CAPES (Brasil)\, caracteriza-se por abrigar pesquisas em diversas áreas de investigação sobre as cidades e o desenvolvimento urbano e regional. Um de seus programas de pesquisa\, Redes e Territorialidades\, abrange estudos sobre tecnologia e sociedade\, com destaque para os temas de vigilância urbana\, tecnopolítica ou aspectos sociopolíticos da cidade inteligente\, territórios e territorialidades. \n\nPimenta Lab\n\nO Projeto “Plataforma Sociotécnica Pimentalab” objetiva integrar diferentes projetos de pesquisa e extensão baseados na utilização de tecnologias de informação e comunicação (doravante TICs) e oferecer suporte adequado para ações de ensino\, pesquisa e extensão já em andamento\, criando também possibilidades ampliadas para a realização de novos projetos científicos e sociais que necessitem de uma infraestrutura básica de TICs. Desde 2010 o grupo tem experimentado diferentes tecnologias digitais para a realização de pesquisas\, sistematização e produção de novos conhecimentos e para a difusão de informações para estudantes e para o público extra-universitário. Até o presente momento\, todas essas iniciativas foram realizada de maneira artesanal\, contando sempre com o apoio espontâneo e solidário de diferentes individuos e grupos (tanto estudantes como da comunidade extra-universitária. \n\nPrograma de Pós Graduação em Psicologia (PPGP) da UFRJ\n\nO Programa de Pós-graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro visa qualificar profissionais graduados para exercer magistério e pesquisa em Psicologia em nível superior. Atualmente conta com uma equipe de 19 professores distribuídos em 3 linhas de pesquisas dentro de um amplo espectro de áreas e tendências que buscam no âmbito de 4 núcleos de pesquisa conjugar em nível de excelência a pesquisa e a extensão. Os núcleos e laboratórios têm a finalidade de estabelecer uma plataforma institucional facilitando contatos e intercâmbios com outros pesquisadores nestas áreas\, nacional e internacionalmente.
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SUMMARY:III SIMPÓSIO LAVITS – Vigilância\, Tecnopolíticas e Territórios
DESCRIPTION:13 – 15 de Maio\, 2015. Rio de Janeiro\, Brasil\n  \n\nASSISTA AOS VÍDEOS DA CONFERÊNCIA [AQUI]\n\nCONFIRA OS ANAIS COMPLETOS [AQUI] \nVEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA [AQUI] \n  \nO III Simpósio Internacional da Rede Latino-Americana de Estudos em Vigilância\, Tecnologia e Sociedade/LAVITS\, propõe como temática central as relações entre vigilância\, tecnopolíticas e territórios. No âmbito desta temática\, uma série de subtemas serão debatidos ao longo do Simpósio. \n\nVigilância\, Tecnopolíticas\, Territórios\n\n\nAs modulações da vigilância estão hoje atreladas a uma rede extremamente heterogênea de elementos atuantes em múltiplas escalas. Aparatos de vigilância de massa\, como os revelados por Edward Snowden\, conectam Estados e corporações; agências de segurança nacional e dados pessoais na Internet; espionagem de chefes de Estado e interesses de mercado; guerra ao terror e empresas do Big Data. \nTais dinâmicas da vigilância contemporânea nos levam a retomar a noção de território segundo diferentes níveis de questionamento. Discutir o território nesse contexto é também definir as condições de existência de indivíduos\, instituições\, corpos e subjetividades. Territórios informacionais\, urbanos\, subjetivos\, da produção ampliada de valor\, do comum\, entre outros\, são ora zona privilegiada\, ora zona de resistência às estratégias da vigilância e do controle. Ao mesmo tempo\, ações e reflexões no plano tecnopolítico vêm criando um campo fértil de táticas que contestam tais estratégias e exploram outros modos de habitar e agir coletivamente nas redes sociotécnicas contemporâneas. \nVigilância\, Tecnopolíticas e Territórios constituem assim a tríade de problemas que compõem o III Simpósio Internacional da Rede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\, a ser realizado entre 13 e 15 de maio de 2015 no Rio de Janeiro. Tríade que afeta especialmente esta cidade\, no interstício de uma série de megaeventos que deixam como legado uma expressiva e renovada gama de tecnologias de segurança e vigilância. Além disso\, o Brasil e outros países latino-americanos vivem um ciclo de lutas e protestos em que a cidade e as redes de comunicação distribuída ocupam um lugar decisivo\, tornando fundamental a reflexão sobre vigilância\, tecnopolíticas e territórios em escala global e local.\nConvidamos pesquisadores\, professores\, ativistas e artistas a submeter resumos de trabalho ao III Simpósio Internacional LAVITS que\, no âmbito de sua temática geral\, propõe debater os seguintes temas-chave: \n\nBig Data\, vigilância e tecnopolítica\nVigilância\, protestos políticos e manifestações urbanas\nMegaeventos e vigilância\nWeb\, Deep Web e Internet das Coisas: rastreamento e vigilância\nAtivismo e contra-vigilância: criptografia\, hacktivismo\, tecnopolíticas\nPráticas artísticas e estéticas da vigilância\nTrabalho e Vigilância\nCorpo\, afeto e vigilância\nIdentificação\, biometria e vigilância\nCidades inteligentes e vigilância algorítmica\nVigilância móvel e wearable: drones\, GPS\, smartphones\, câmeras integradas etc.\nPrivacidade\, dados pessoais e controle da informação\nVigilância e práticas de consumo\nTecnologias de auto-monitoramento e controle\nHistórias\, memórias e arquivos da vigilância\nRegulação da vigilância e proteção de dados na América Latina\nSnowden\, NSA e vigilância de massa: impactos na América Latina\nVigilância e ditadura militar na América Latina\nMercado da vigilância na América Latina: conexões público-privado\nVigilância e Tecnopolítica na América Latina: conceitos\, metodologias e estudos de caso\nControle social\, território e vigilância na América Latina\n\n\n\n\n\n\nOrganização\n\n\nComissão Organizadora\n\nFernanda Bruno (UFRJ)\nRodrigo Firmino (PUCPR)\nMarta Kanashiro (UNICAMP)\nLucas Melgaço (VUB\, Bruxelas)\nNelson Arteaga Botello (FLACSO\, México)\nBruno Cardoso (UFRJ)\nRicardo Pimenta (IBICT)\nHenrique Parra (UNIFESP)\nRosa Pedro (UFRJ)\nRafael Evangelista (UNICAMP)\nPablo Ortellado (USP)\n\n\n\nApoio\n\n\n\nRede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\nPrograma de Pós-graduação em Comunicação/UFRJ\nMediaLab.UFRJ\nPrograma de Pós Graduação em Psicologia/UFRJ\nInstituto de Filosofia e Ciências Sociais /UFRJ\nInstituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/IBICT\nPrograma de Pós-graduação em Ciência da Informação/IBICT-UFRJ\nPrograma de Pós Graduação em Gestão Urbana/PUCPR\nPrograma de Pós-graduação em Estudos Culturais/USP\nPrograma de Pós-Graduação em Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Jornalismo /UNICAMP\nPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais/UNIFESP\nFacultad Latinoamericana de Ciencias Sociales/FLACSO\, México\nRede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\nCRiS\, Crime and Society Research Group\, Department of Criminology\, Vrije Universiteit Brussel (VUB)\nGrupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação/GPoPAI/USP\nFord Foundation\nComitê Gestor da Internet no Brasil\nNúcleo de Coordenação e informação do Ponto BR\nOpen Knowledge Brasil
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SUMMARY:II Simpósio Internacional Vigilância na América Latina
DESCRIPTION:Simpósio Internacional \n“Identificação\, identidade e vigilância na América Latina” \nUniversidad Autónoma del Estado de México \nFacultad de Ciencias Políticas y sociales \nToluca\, Estado de México\, México \n16\, 17 e 18 de Março de 2010 \n Mais informações: https://sites.google.com/site/idsurveillancemexico/ \n  \nIntrodução \nEm sociedades modernas\, sistemas de identificação têm sido utilizados como um importante mecanismo para governar\, gerenciar\, classificar e controlar a população; em outras palavras\, para vigiá-la. Isso tem implicado no uso de certas tecnologias (passaportes\, cartões de identificação nacionais\, RFID\, entre outras)\, disponibilizando à sistemas de bases de dados interconectados informações relacionadas a protocolos institucionais específicos. Neste sentido\, definimos identificação como visibilidade e verificação de detalhes específicos das vidas das pessoas. Da mesma forma\, esses sistemas de identificação têm executado várias funções: segurança\, controle migratório\, gestão de bens e serviços\, bem como o controle de acesso a territórios\, espaços e grupos. \n  \nIndubitavelmente\, o contexto histórico\, social e político denunciam os propósitos específicos a que responde cada sistema de identificação. Na América Latina\, fatores como décadas de governos militares ou unipartidários\, do crescimento de sociedades e cidades multiculturais\, do aumento de correntes migratórias\, do aumento de riscos terroristas\, de segurança pública e de saúde\, assim como a criação de políticas públicas (contra a pobreza ou desemprego) e a emergência da globalização\, têm incentivado a instalação de grandes sistemas de vigilância para a identificação da população. \n  \nEssas condições têm propiciado a articulação e integração de instituições\, corporações\, tecnologias e protocolos de identificação no território latino-americano\, dependendo de cada país ou região\, assim como as relações com outras regiões do mundo. Assim\, o ambiente da América Latina também permite traçar linhas de análise na direção da construção de identidades\, privacidade\, de formas de governo e a possibilidade de políticas de resistência\, em outras palavras\, de como esses sistemas de identificação têm sido adotados. \n  \nComissão Organizadora \nNelson Arteaga Botello \nRoberto J. Fuentes Rionda \nFacultad de Ciencias Políticas y Sociales \nUniversidad Autónoma del Estado de México\, México \n  \nRodrigo Firmino \nPrograma de Pós-Graduação em Gestão Urbana \nPontifícia Universidade Católica do Paraná\, Curitiba\, Brasil \n  \nFernanda Bruno \nPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura \nUniversidade Federal do Río de Janeiro\, Brasil \n  \nMarta Kanashiro \nLaboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e Grupo Conhecimento\, Tecnologia e Mercado \nUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)\, Campinas\, Brasil. \n  \nDanilo Doneda \nFacultade de Direito de Campos\, Rio de Janeiro\, Brasil \n  \nAndré Lemos \nUniversidade Federal da Bahia\, Brasil \n  \nCom apoio de: \nDavid Lyon \nQueen’s University\, Kingston\, Ontario\, Canadá \n  \nDavid Murakami Wood \nGlobal Urban Research Unit\, Newcastle University\, UK
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SUMMARY:I SIMPÓSIO INTERNACIONAL LAVITS: Vigilância\, Segurança e Controle Social
DESCRIPTION:  \nO simpósio\, considerado o primeiro deste tipo a acontecer na Amárica Latina\, aconteceu em Curitiba\, na PUCPR\, em março de 2009. Trinta e três artigos foram apresentados em português\, espanhol e inglês\, no que se configurou como a primeira tentativa bem sucedida de formação de uma rede latino-americana de estudos sobre vigilância. Dentre os palestrantes convidados estavam pesquisadores notórios como: David Lyon (Queen’s University)\, Nelson Arteaga Botello (UAEMex)\, David Murakami Wood (Newcastle University) e Luis Antonio Machado da Silva (IUPERJ). \nApós o evento\, Rodrigo Firmino (PPGTU/PUCPR)\, Fernanda Bruno (Eco-Pós/UFRJ)\, Marta Kanashiro (LabJor/UNICAMP)\, Nelson Arteaga Botello\, Danilo Doneda (FDC) e André Lemos (UFBa)\, com a ajuda de David Lyon e David Murakami Wood\, reuniram-se para definir a formação da rede latino-americana. Portanto\, este simpósio marcou o início de um novo tempo para os relacionamentos acadêmicos e profissionais sobre estudos de vigilância entre países da America Latina. Os anais são o testemunho deste importante momento\, e estão disponíveis gratuitamente neste site. Veja um interessante depoimento pós-evento por David Murakami Wood em seu Blog “notes from the ubiquitous surveillance society”:\nSurveillance in Latin America \nNelson Arteaga Botello está agora à frente da organização do próximo evento\, a acontecer no México\, hospedado pela Universidad Autonoma del Estado de Mexico\, em 2010. \nContexto\nVigilância tem se tornado um tema importante para as ciências sociais\, e os Estudos sobre Vigilância (Surveillance Studies) uma importante área interdisciplinar de pesquisa. Entretanto\, este assunto permanece dominado por perspectivas do hemisfério norte. O conceito de uma ‘sociedade da vigilância’ vem sendo desenvolvido sobretudo em países da Europa e América do Norte\, mas ainda é pouco observado ou explorado além dessas regiões\, mesmo que os países do hemisfério sul sejam lugares onde vigilância e controle social também apresentem impactos diretos e viscerais na vida das pessoas. \nNa América Latina\, em especial\, as práticas e tecnologias de vigilância têm tido um efeito incisivo que traz elementos da história recente\, com vários países tendo experimentado longos períodos de regimes autoritários e anos de lutas violentas entre ideologias distintas\, cada uma equacionando formas de controle em diferentes áreas de influência. Esses períodos deixaram um legado que se faz sentir nas práticas dos serviços de segurança e em sua relação com o Estado\, e na instabilidade que ocorre em vários países da região. \nAo mesmo tempo\, uma vertente de monitoramento estrangeiro significativa\, com intervenções diretas e indiretas\, especialmente da parte dos Estados Unidos\, tem imposto uma camada adicional de vigilância e controle a esses países. Este ainda é um aspecto crucial em temas como a ‘guerra contra as drogas’ na Colômbia e América Central\, o controle de movimentos populacionais\, particularmente as ondas de imigração para os EUA\, e as disputas político-ecológicas na região amazônica. Recentemente\, com novas tecnologias de vigilância urbana\, especialmente vídeo-vigilância e bancos de dados eletrônicos\, órgãos públicos e instituições privadas têm se envolvido com novas formas de vigilância e controle\, justificadas pela crescente preocupação da classe média com o crime\, os efeitos de um terrorismo regional e internacional\, e a ‘guerra contra o terrorismo’. \nCom a participação de pesquisadores\, analistas e ativistas da América Latina e outras partes do mundo\, este simpósio objetiva debater criticamente o passado\, o presente e as possibilidades futuras da vigilância\, segurança e controle social na região dos países latino-americanos\, além de procurar estabelecer um campo fecundo de questões-chave para a pesquisa e políticas públicas. \nComissão Organizadora:\nDr Rodrigo Firmino\n[Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana\, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)\, Curitiba\, Brasil]\nDr Fernanda Bruno\n[Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura\, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)\, Rio de Janeiro\, Brasil]\nMarta Kanashiro\n[Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e Grupo Conhecimento\, Tecnologia e Mercado\, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)\, Campinas\, Brasil]\nDr Nelson Arteaga Botello\n[Facultad de Ciencias Políticas y Administración Pública de la Universidad Autónoma del Estado de México]\nDr David Murakami Wood\n[Global Urban Research Unit\, Newcastle University\, Reino Unido\, Professor Visitante da Pontifícia Universidade Católica do Paraná] \nDOWNLOAD DOS ANAIS [CLIQUE AQUI] \n 
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