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SUMMARY:V Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências”
DESCRIPTION:A Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância\, Tecnologia e Sociedade (LAVITS)\, a Universidade do Chile e a ONG Datos Protegidos convidam para o \nV Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências” \n                                                \n(29 e 30 de novembro\, 01 de dezembro de 2017) \n  \n\n\n\n\nI. Objetivos do Simpósio \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO principal objetivo dos Simpósios da LAVITS tem sido a geração de um fórum para analisar e debater\, ao longo do tempo\, os desafios colocados pela presença da vigilância nas sociedades\, com um enfoque específico sobre a realidade continental da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \nBusca-se consolidar um espaço de colaboração multidisciplinar entre pesquisadores\, profissionais de mídia\, movimentos sociais e artistas\, com foco na pesquisa e na discussão de temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e controle em nossas sociedades. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nII.  Tema do Simpósio 2017 \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO tema do V Simpósio priorizará os impactos das tecnologias de vigilância (via plataformas digitais\, dispositivos móveis\, institucionais etc) sobre o exercício da democracia e dos direitos humanos fundamentais\, como a privacidade\, destacando as vulnerabilidades no contexto latino-americano e as possibilidades de resistência às tentativas de controle dos movimentos sociais por parte do Estado e grandes corporações. \n\n\n\n\n\n\n  \nA crescente capacidade de vigilância sobre as populações revela a assimetria de poder entre diferentes grupos da sociedade. Neste cenário\, em que as empresas e os Estados investem na prospecção de dados populacionais\, entendemos como vulneráveis todo grupo de pessoas suscetíveis a uma vigilância em massa que aprofunde as desigualdades ou impeça o pleno exercício da cidadania. \n  \nNo que diz respeito ao direito à privacidade\, em nossas democracias está resguardado e garantido\, com base na Declaração dos Direitos Humanos\, que “Ninguém será sujeito à interferência na sua vida privada\, na sua família\, no seu lar ou na sua correspondência\, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques” (Artigo 12). \n  \nContudo\, nas últimas décadas\, a noção e a experiência de privacidade têm sido tensionadas e complexificadas pelo crescente uso e massificação de tecnologias de informação e comunicação como a Internet\, as mídias e redes sociais. Tais tecnologias já não são apenas um espaço para o exercício da liberdade de expressão como autoexpressão\, mas também um espaço que forma opinião pública e permite a emergência de outros discursos\, em disputa com os poderes tradicionais: imprensa e meios de comunicação\, governos e autoridades\, elites. \n  \nTal cenário torna-se mais problemático com a crescente ativação de serviços on-line que solicitam dados e informações pessoais ou estão associados a sistemas de monitoramento online\, que permitem análise de comportamentos e/ou motivações sobre gostos e decisões de compra\, posições políticas ou diferentes situações cotidianas na vida privada\, social e no trabalho. Assim\, as redes sociais e serviços online estão constantemente mudando suas regras relativas aos termos de privacidade\, com a finalidade de acumular cada vez mais informações sobre seus usuários em todo o mundo. \n  \nEm outras ocasiões\, esses dados – ou parte deles – também são solicitados e coletados pelos governos ou serviços de inteligência nacional e internacional\, em nome da segurança ou do interesse público. Paralelamente\, tecnologias de vigilância – como os drones\, por exemplo – começam a ser utilizadas em diferentes cidades e territórios por toda a América Latina\, sob a alegação de fortalecer o combate ao crime e ao terrorismo\, o que acaba gerando novos conflitos\, por suas implicações no uso de dados pessoais ou de imagens. Além disso\, os modelos atuais de gestão “inteligente” de grandes cidades investem fortemente em sistemas de coleta e visualização de dados sobre territórios e populações\, ampliando as margens de controle e vigilância sobre o espaço urbano em geral\, bem como as práticas de controle e violência do Estado sobre as vidas que habitam as regiões mais pobres da cidade. Outras vezes\, tanto a coleta de dados como as tecnologias de vigilância são utilizadas para encobrir o monitoramento de organismos estatais dirigido a ativistas\, jornalistas e comunicadores sociais num sentido amplo. Paulatinamente os sistemas biométricos (impressões digitais ou sistemas de reconhecimento facial) também estão sendo estabelecidos como dispositivos de controle de acesso\, identidade ou certificação de segurança em espaços de trabalho ou instituições. Em todos esses casos\, as tecnologias de vigilância e controle costumam afetar mais intensamente a certos grupos sociais e étnico-raciais (pobres\, mulheres\, negros e indígenas)\, reforçando o quadro de desigualdade quanto à  garantia de direitos humanos e civis nas democracias latino-americanas. \n  \n\n\n\n\n\n\nEsses diversos contextos fundamentam a escolha da temática do impacto da vigilância sobre a democracia e a privacidade como o foco do Simpósio Internacional LAVITS em 2017. Pretende-se que este seja um espaço de encontros\, diálogos e debates entre pesquisadores e acadêmicos\, profissionais da comunicação\, movimentos sociais e artísticos\, ativistas\, líderes e representantes de organizações da sociedade civil sobre temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e o controle tecnológico em nossas sociedades. Por essa razão\, estamos interessados que este simpósio seja uma ocasião para compartilhar resultados de pesquisas teórico-conceituais\, estudos aplicados e também a sistematização de experiências concretas realizadas a partir do trabalho social e territorial. \n\n\n\n\n\n\n\n  \nIII. Histórico do Simpósio LAVITS \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO primeiro Simpósio Internacional “Vigilância\, Segurança e Controle Social na América Latina”\, realizado em 2009 na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Curitiba\, Brasil)\, foi um marco na fundação da rede LAVITS. Coorganizado por pesquisadores de universidades do Brasil (UFRJ\, PUCPR e Unicamp)\, México (UAEM) e Reino Unido (Universidade de Newcastle)\, o evento foi apoiado pela Fundação Araucária (Brasil) e pela Rede de Estudos de Vigilância. O II Simpósio Internacional ocorreu em 2010 na Universidade Autônoma do Estado do México (Toluca) e reuniu pesquisadores em torno do tema “Identificação\, Identidade e Vigilância na América Latina”. Este evento resultou no desenvolvimento conjunto do projeto de pesquisa “Efeitos Sociais do Tratamento e da Regulação de Dados Pessoais na América Latina”\, financiado pelo International Development Research Centre (IDRC-Canadá). \n\n\n\n\n\n\n  \nEm 2015\, com o tema geral “Vigilância\, Tecnopolíticas e Territórios” o III Simpósio Internacional retorna ao Brasil e é realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nesta edição\, o Simpósio se expande de maneira significativa tanto em números de participantes quanto na diversidade de atividades\, instituições coorganizadoras e apoios. Em 2016\, o IV Simpósio “Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina” acontece na cidade de Buenos Aires\, Argentina\, com a organização da Fundación Vía Libre e da Área de Tecnologia\, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires. Esses dois simpósios foram apoiados pela Fundação Ford no âmbito do projeto “Rede Latino-americana de estudos em vigilância\, tecnologia y sociedade / LAVITS: interseções entre pesquisa\, ação e tecnologia”. \n  \nDesta vez\, o Simpósio se transfere para o Chile\, organizado pelo Instituto de Comunicação e Imagem (ICEI) da Universidade do Chile e pela Fundação Datos Protegidos\, organização sem fins lucrativos\, dedicada à promoção e defesa da privacidade e dados pessoais nesse país. O objetivo é gerar um espaço de intercâmbio acadêmico\, ativista e jornalístico em âmbito internacional a respeito das problemáticas abordadas por LAVITS e\, assim\, poder ampliar esta Rede de estudos no contexto da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nCONVOCATÓRIA DE RESUMOS \n  \nA. TEMÁTICAS \nConvidamos pesquisadores (independentes ou de instituições acadêmicas e centros de pesquisa)\, acadêmicos\, ativistas e representantes da sociedade civil\, ao envio de resumos para apresentação de trabalhos em uma ou mais dos seguintes eixos temáticos. \n  \nI) Vigilância de comunidades\, trabalhadores\, profissionais da comunicação e ativistas. Incluem-se as problemáticas e táticas de resistência que afetam a:  \n–     Povos originários e outros grupos sociais vulneráveis \n–     Jornalistas\, profissionais do audiovisual e comunicadores sociais \n–     Defensores de direitos humanos na Internet \n–     Trabalhadores  e monitoramento \n  \nII) Espaço e território.  \n\nCidades inteligentes e espaços de controle\nBig Data e cidade neoliberal\nGeopolítica de segurança pública: fronteiras\, exceção e militarização do espaço urbano\nEspaço aéreo e verticalização do controle: de satélites a drones\nInfraestruturas da vigilância: políticas de (in)visibilidade\n\n  \nIII) Espaço online e vigilância ampliada:  \n\nRedes sociais\nObjetos conectados\nAplicações móveis\nCiberdefesa /Cibersegurança\nAlgoritmos\, inteligência artificial e machine learning\n\n  \nIV) Economia da Vigilância: \n\nBig Data e mercados de vigilância\nCapitalismo da vigilância e desigualdade social\n\n  \nV) Corpos e Vigilância: \n\nSaúde e cuidado\nBiometria\, sensores\, scanners\nBiovigilância e Biossegurança\n\n  \nPRAZO PRORROGADO: Resumos podem ser enviados paralavits2017@datosprotegidos.org até 20 de agosto de 2017 31 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3) \n  \nB. TIPO DE RESUMOS\n\nPodem ser apresentados trabalhos ou painéis sobre pesquisas\, projetos e trabalhos acadêmicos\, ativistas ou artísticos. As propostas devem ser enviadas em espanhol\, português ou inglês. \n  \nTRABALHOS \nExtensão Máxima de 400 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até três autores por trabalho. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nOs resumos enviados devem seguir a seguinte estrutura: \n\nTítulo do trabalho.\nNome completo dos autores.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nTipo de trabalho: texto acadêmico/pesquisa científica\, práticas artísticas\, relato de experiência(s).\nResumo descritivo.\n\n  \nPAINÉIS \n  \nOs painéis irão discutir temas fechados previamente estabelecidos pelos interessados. \nA extensão máxima do resumo será de 1.000 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até quatro resumos por painel. Os coordenadores de painéis devem incluir também uma proposta de moderador. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nEstrutura do resumo: \n\nTítulo do painel.\nNome dos proponentes.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nResumo descritivo (deve incluir a descrição geral e uma breve resenha de cada exposição).\n\n  \nOs resumos devem ser enviados ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \n  \nC. CRONOGRAMA \nA chamada permanecerá aberta até 20 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3)  ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \nUma vez recebidas\, as propostas apresentadas serão avaliadas e selecionadas por um Comitê Científico. \nA confirmação da participação no Simpósio e os trabalhos completos serão recebidos até o dia 30 de outubro de 2017 às 23:59. \n\n  \n\nD. PUBLICAÇÃO \n  \nAs comunicações aceitas e apresentadas durante o evento serão incluídas\, pela organização\, nos Anais do Simpósio e no livro que reunirá as contribuições aceitas. Os trabalhos aceitos e não apresentados não serão incluídos na publicação. \nEm breve serão divulgadas as características do formato dos trabalhos completos. \nE. APOIO
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DESCRIPTION:PROGRAMAÇÃO \nA programação completa está disponível aqui. \n  \nASSIMETRIAS E (IN)VISIBILIDADES: VIGILÂNCIA\, GÊNERO E RAÇA \nVI Simpósio Internacional LAVITS \nSalvador\, 26 a 28 de junho de 2019 \nAinda que a crescente presença de processos de vigilância nos espaços urbanos\, informacionais e sociais seja um fenômeno global\, suas inscrições locais comportam singularidades que merecem ser pesquisadas e debatidas. Sabe-se que na América Latina\, e no Brasil em particular\, as tecnologias e práticas de vigilância e controle são historicamente atreladas a estruturas coloniais\, estatais e econômicas de produção de desigualdades\, segregação ou mesmo extermínio de populações específicas\, especialmente\, indígena e negra. Sabe-se\, igualmente\, que a criminalização da pobreza vem sendo reproduzida em diferentes momentos da história latino-americana e brasileira\, tornando territórios\, comunidades e populações pobres alvos privilegiados da violência\, vigilância e controle por parte do Estado. Ao mesmo tempo\, são historicamente conhecidas as diversas formas de controle e vigilância sobre o corpo e a vida das mulheres. \nApesar da evidência de todos esses processos\, os estudos de vigilância ainda não lhes dedicaram a devida atenção. Essa edição do Simpósio Internacional LAVITS pretende contribuir para o enfrentamento dessa lacuna\, levando em conta tanto as heranças históricas da relação entre vigilância\, gênero e raça\, quanto os seus desdobramentos contemporâneos. As atuais arquiteturas\, dinâmicas e tecnologias de vigilância persistem sendo marcadas por uma forte assimetria\, vigiando\, controlando e punindo certos grupos e garantindo a segurança\, o conforto e a mobilidade de outros. Os avanços da biometria\, da vigilância algorítmica\, dos sistemas de reconhecimento facial\, da captura e análise massiva de dados pessoais para a produção de perfis comportamentais e microtargeting\, entre muitos outros exemplos\, vêm reforçando as inquietações com a reprodução de desigualdades\, preconceitos e discriminações. Lógicas de poder similares são reproduzidas nas cidades\, no campo\, no controle de fronteiras e no espaço informacional. \nPretende-se ainda discutir como a produção de assimetrias alia-se a um complexo regime de (in)visibilidades. Na busca pelo aparelho que permite ver melhor\, mais longe\, mais perto ou ver de verdade\, o olhar vigilante produz norma\, padrão\, apagamentos e silenciamentos. Os aparatos de vigilância e controle persistem operando entre a invisibilidade dos sujeitos e corpos subjugados e a hipervisibilidade do corpo negro ou indígena racializado\, do corpo sexualmente mercantilizado da mulher ou do corpo transexual hostilizado. Tais regimes de (in)visibilidade articulam-se a arquiteturas de violência que tornam alguns mais suspeitos\, mais perigosos\, mais indesejáveis\, mais matáveis que outros. Compreender as heranças e atualizações dessas assimetrias e invisibilidades\, bem como explorar e analisar as formas que elas assumem nos aparatos contemporâneos de vigilância visa não apenas preencher uma lacuna na produção de conhecimento\, como também abrir novos horizontes e práticas de pesquisa e de debate público e científico sobre o tema. \n  \nO EVENTO \nA Rede LAVITS (Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade)\, fundada em 2009\, conta com membros de ao menos 14 instituições de quatro países latino-americanos (Brasil\, Argentina\, México e Chile) e um país europeu (Bélgica). Com histórico de realização de simpósios internacionais em diferentes países latino-americanos (como México\, Argentina\, Chile e Brasil)\, a LAVITS retorna ao Brasil em 2019\, para a cidade de Salvador (Bahia)\, apropriadamente situada para as discussões sobre assimetrias e (in)visibilidades. \nEste simpósio visa promover um espaço interdisciplinar de debates e de intercâmbio de conhecimentos sobre as relações entre tecnologias de vigilância e a reprodução de assimetrias na América Latina\, especialmente aquelas relacionadas à discriminação socioeconômica\, racial e de gênero. \nA LAVITS convida pesquisadores\, artistas e ativistas para a submissão de resumos\, que podem estar vinculados\, mas não limitados\, aos seguintes temas: \n\nVigilância\, desigualdades e vulnerabilidades\n• Assimetrias da vigilância: racismo e sexismo\n• Afetos e tecnologias: redes de controle e de insurgência\n• Corpos\, técnicas e regimes de (in)visibilidade\n• Arte\, estética e políticas da (in)visibilidade\n• Subjetividades e modos de subjetivação na cultura da vigilância\n• Tecnoativismos\, feminismos e narrativas (storytelling)\n• Tecnopolíticas do comum: produção\, apropriação\, extração e resistências\n• Saberes\, tecnologias e resistências: ancestralidade e decolonialidade\n• Laboratórios\, metodologias de pesquisa e práticas experimentais nos estudos de vigilância\n• Investigação e Intervenção: pesquisa ativista; ficção; simulação; pré-figuração e protótipos.\n• Heranças da vigilância e táticas de resistência na América Latina: quilombolas\, povos originários\, trabalhadoras da terra etc.\n• Movimentos sociais e conflitos: anonimato\, criptografia e segurança\n• Comunicação pública sobre vigilância na América Latina: especificidades e desafios\n• Necropolítica\, Estado e neoliberalismo: populações\, territórios e modos de vida vulneráveis\n• Democracia\, exceção e autoritarismo no capitalismo de vigilância\n• Discurso de ódio e desinformação nas redes sociotécnicas\n• Democracia e maquinarias de controle\n• Eleições e Big Data\n• Governamentalidade algorítmica\, inteligência artificial e capitalismo maquínico\n• Dados pessoais\, comportamentais e psicométricos nas redes sociotécnicas\n• Capitalismo de vigilância\, de plataforma e o uso econômico de dados informacionais\n• Trabalho digital global no capitalismo de plataforma e de vigilância\n• Trabalho e automação: controle\, regulação\, extração\, direitos\n• Cidades e territórios: da gestão “inteligente” à militarização do cotidiano\n• Territorialidades subversivas\n• Políticas da verticalidade: drones\, satélites e visibilidades de sobrevôo\n• Infra-estruturas e hiper-objetos de vigilância e controle\n\nAPRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS \nO Simpósio aceitará propostas até 15/03/2019 (Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59)\, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas\, mostras artísticas\, trabalhos individuais e sessões livres. \nOs resumos para trabalho individual devem ter até 300 palavras\, com três a cinco palavras-chave. \nAs propostas para sessão livre\, devem ser enviadas pelo coordenador da sessão\, descrevendo a temática geral da sessão (até 500 palavras) e os convidados (até 4 apresentações). O coordenador da sessão será o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no evento. \nAs propostas de oficina deverão conter: título da oficina\, descrição da oficina (até 300 palavras)\, público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina (como projetor\, mesas\, entre outros). \nAs propostas de intervenção artística devem incluir: título da mostra\, formato\, descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra. \nO formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todas as modalidades (trabalhos individuais\, sessões livres\, oficinas e intervenções artísticas). O formato deverá ser fonte 12\, espaço entre linhas 1.5\, justificado. Todas as submissões devem incluir\, no cabeçalho: título\, modalidade\, dados do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo\, filiação institucional\, titulação e email)\, resumo ou descrição da proposta\, conforme a modalidade. \nAs propostas de trabalho podem ser enviadas em português\, espanhol ou inglês\, em formato PDF\, .doc ou .odt para lavits2019@ufba.br\, com “LAVITS_2019” no assunto da mensagem. Em caso de aceite\, a data limite de entrega  do trabalho completo é 30/05/2019. \nOs trabalhos apresentados no Simpósio serão publicados nos Anais do evento. \nCOMITÊ de ORGANIZAÇÃO \nFernanda Bruno (UFRJ)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Mari Queiroz (Pretas Hacker)\, Sil Bahia (Preta Lab)\, Graciela Natansohn (Gig@ – UFBA)\, Mônica Paz  (Gig@ – UFBA)\, Rodrigo Firmino (PUCPR). \nCOMITÊ CIENTÍFICO \nBruno Cardoso (UFRJ)\, Fernanda Bruno (UFRJ)\, Graciela Natansohn (UFBA)\, Henrique Parra (Unifesp)\, Karla Brunet (UFBA)\, Marta Kanashiro (Unicamp)\, Mônica Paz (UFBA)\, Pablo Rodriguez (UBA)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Rafael Evangelista (Unicamp)\, Rodrigo Firmino (PUCPR)\, Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro (UFRJ)\, Izabela Domingues (UFPE)\, Kênia Freitas (UFES)\, Tharsila Fariniuk (PUC)\, Paulo Lara (Artigo19)\, Rodrigo Gonzatto (PUCPR)\, André Lemos (UFBA)\, Icaro Vidal (PUC-SP)\, André Holanda (UFRRJ)\, Frederick van Amstel (UTFPR)\, Lynn Alves (UFBA) Laura Castro (UFBA)\, José Carlos Ribeiro (UFBA)\, Cezar Migliorin (UFF)\, Diego Vicentin (Unicamp)\, Daniela Araújo (Maria Lab)\, Gabriel Menotti (UFES)\, Carolina Cantarino Rodrigues (Unicamp)\, Edson Teles (Unifesp)\, Alexandre Hannud Abdo (LISIS-INRA\, France)\, Maria Fernanda Novo Santos (Unesp)\, Mariela Brazon Hernandez (UFBA)\, Mary Valda Souza Sales (UFBA)\, Janaína dos Reis Rosado (UNEB)\, Isa Beatriz da Cruz Neves (UFBA)\, Luciana Guilhon Albuquerque (UFRJ)\, Camila Santana (IFCTB)\, Marcus Bastos (PUC -SP)\, Karina Menezes (FACED – UFBA)\, Daniela Manica (UNICAMP)\, Irme Bonamigo (U. Chapeco). \nDATAS IMPORTANTES: \nEntrega dos Resumos: 15/03/2019 –> Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59. \nDivulgação dos resumos aprovados: 05/04/2019 –> Prazo prorrogado até sexta\, dia 12/04 \nEntrega dos trabalhos completos: 30/05/2019 –> Prazo prorrogado até quarta\, dia 19/06.  \nPara fazer o download da Chamada de Trabalhos completa\, clique aqui: \nCFP_Simposio-LAVITS-2019 \nPRESTACAO-DE-CONTAS-PUBLICA_CGI \nCONTATO: \nlavits2019@ufba.br \nREALIZAÇÃO: \nRede LAVITS\, IHAC-UFBA e gig@/Facom-UFBA \nAPOIO \n                
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