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SUMMARY:Guerra de Mundos & Fraturas Extrativistas na América Latina
DESCRIPTION:Entre os dias 18 de junho e 23 de julho de 2021 acontece o Seminário Guerra de Mundos & Fraturas Extrativistas na América Latina. Sempre às sextas-feiras\, às 19h\, o ciclo de encontros acontece até 23.07 e tem como objetivo ser uma grande assembleia de pensadores da terra para construção de cosmopolíticas latino-americanas para os tempos de catástrofe e de formas de resistências às lógicas extrativistas de ontem e de hoje. Já no dia 24.07\, acontecerá o Encontro de pesquisa-luta. Os encontros serão transmitidos pelo canal do evento no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCXDwBRP4yWtq2vUfeavYdUw. \nO seminário é organizado por Alana Moraes (Pimentalab/Lavits)\, Bru Pereira (Pimentalab)\, Marina Ghirotto (Cesta-USP) e Salvador Schavelzon (Prolam-Unifesp). A Lavits é ainda uma das co-realizadoras do encontro\, ao lado de CESTA (Antropologia\, USP)\, Programa Realidade Latinoamericana (UNIFESP)\, PROLAM (USP)\, Pimentalab (UNIFESP)\, GT CLACSO ECOLOGIA POLÍTICA\, Território Cosmopolítico e Coletivo Tramadora. \n  \nAbaixo trechos da Carta de Convocação do Encontro e a programação completa: \n“O extrativismo se constitui como peça fundamental da máquina social\, tecnopolítica e produtiva que organiza o capitalismo e sua política colonial\, atravessa humanos e outros que humanos e impõe um novo regime geo-histórico para a vida na Terra.  \n(…) \nDa nova governamentalidade algorítmica passando pelos porões da Amazon: as tecnologias de extração atuam pelo controle de territórios\, infraestruturas\, desejos\, dinamizam a psicoesfera. Irrigam as fazendas de servidores de nuvem que detém informações servindo tanto à indústria militar como às novas formas de publicidade\, passando pelo mercado eleitoral.  \n(…) \nRecusas em novas cumplicidades. Nos encontramos com florestas e rios\, códigos abertos\, formas contra-coloniais de práticas de conhecimento\, na afirmação multiespécie da vida\, mundos animais e vegetais com os quais não nos destacamos no auto atribuído direito de dispor do outro”. \n  \nPROGRAMAÇÃO COMPLETA \n18 de junho  | Extrativismos e Guerra de Mundos: o lugar do político na América Latina para além do progressismo \nAlessandra Munduruku (Liderança Munduruku\, Fepipa – Pará\, Médio Tapajós) \nYaku Perez (Defensor da água\, ex candidato presidencial do Equador) \nRaúl Zibechi  (Jornalista\, Uruguai). \nHorácio Machado (Filósofo\, Universidad Nacional de Catamarca). \n25 de junho | Resistência da terra e as alianças possíveis contra o neoextrativismo  hoje \nJera Guarani (Liderança Guarani-Mbya\, São Paulo) \nMaristella Svampa ( Socióloga\, Universidad Nacional de La Plata\, Argentina) \nLuz Mery ( Liderança pueblo Nasa\, Colômbia) \nCecilia Carrizo ( Fuera Monsanto e Paren de Fumigar\, Argentina) \n2 de julho | Atravessando colonialidades\, pensando transições\, defendendo o território  \nManuela Picq (pesquisadora\, Equador-Brasil) \nMirian Cisneros\, (Povo kichwa de Sarayaku.  Parlamentar andina\, Equador) \nEduardo Gudynas (Centro Latinoamericano de Ecología Social\, Uruguai ) \nKarina Riquelme (Advogada do Centro de investigación y defensa Sur\,Chile) \n9 de julho |  Tecnologias da extração\, capitalismo cibernético\, colonialismo digital: para outras práticas de conhecimento insurgente \nFrancisca Gómez Baeza (Universidad de Chile) \nSilvio Rhatto (pesquisador autônomo\, Brasil) \nPaola Ricaurte (Escuela de Humanidades y educación\, México) \nPaola Barreto (Universidade Federal da Bahia\, Brasil) \n 16 de julho | Consensos do desenvolvimento e guerra de mundos em territórios latinoamericanos \nCharles Trocate (Movimento pela soberania popular na Mineração\, Brasil) \nAlejandro Almaraz (pesquisador\, ex vice-ministro de terras da Bolívia) \nAna Laide (Xingu Vivo\, pescadora e mestranda\, Brasil) \nShirley Krenak (Liderança do Povo Krenak\, Minas Gerais) \n23 de julho |  Imaginar e Lutar pelas alternativas ao extrativismo: Terra\, Práticas e Zonas de Contato Pluriversais \nMarisol de la Cadena (Universidade da Califórnia-Davis\, Peru) \nAlejandra Jiménez (Veracruz\, Alianza Mexicana contra el fracking) \nSalvador Aparecido Viana (Filósofo\, Quilombo Lagoas e MAM-Piauí) \nNayanne Magna Viana (historiadora\, Quilombo Lagoas e MAM-Piauí)
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SUMMARY:Webinar Lavits 2020 – Emergências Tecnopolíticas na Pandemia: América Latina
DESCRIPTION:A pandemia de covid-19 promoveu mudanças estruturantes e desencadeou novos comportamentos sociais mundo afora\, nas mais diversas áreas. O impacto na tecnopolítica e políticas de vigilância\, em especial\, foi potencializado pelas novas formas de relação da sociedade com a internet e as redes sociais. A pandemia catalisou o poder da internet e ressaltou desigualdades e vulnerabilidades. Visando discutir o posicionamento da América Latina neste cenário\, a Lavits (Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade) promove e lhe convida a participar do Webinar Emergências Tecnopolíticas na Pandemia: América Latina dia 27 de Novembro de 2020\, das 16 às 18 horas.\n\nO Webinar Emergências Tecnopolíticas na Pandemia: América Latina contará com as contribuições de: \n– Beatriz Busaniche (Fundación Via Libre – Argentina) \nLicenciada en Comunicación Social y Magister en Propiedad Intelectual de Flacso. Es docente en grado y posgrado en la Universidad de Buenos Aires y en Flacso. Es directora de la Fundación Vía Libre\, organización civil sin fines de lucro que desde el año 2000 trabaja en la intersección de derechos fundamentales y tecnologías. \n– Claudio Celis Bueno (Universidad Academia de Humanismo Cristiano – Chile) \nAcadémico de la Universidad Academia de Humanismo Cristiano. Tiene un PhD de la Universidad de Cardiff. Es autor del libro “The Attention Economy: Labour\, Time\, and Power in Cognitive Capitalism”. \n– Fernanda Carrera (UFRJ – Brasil) \nDoutora em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense(UFF)\, professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)\, do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia (PPgEM/UFRN). Líder do grupo de pesquisa LIDD – Laboratório de Identidades Digitais e Diversidade (UFRJ). \n– Marta Florencia Goldsman (pesquisadora independente e membro do Ciberfeministas Guatemala)  \nPeriodista feminista. Licenciada en Comunicación Social (UBA) y magíster en Comunicación y Ciberculturas (UFBA). Integrante de la Campaña Dominemos la Tecnología (APC). \n– Maria Fernanda Montenegro (Universidad Rafael Landivar – Guatemala) \nGuatemalteca\, comunicadora comprometida con la investigación. Diplomado en Periodismo de Investigación y Acceso a la Información Pública\, Diplomado Mujer\, Poder y Medios\, liderazgo femenino en medios de comunicación. \n– Mediação: Graciela Natansohn (UFBA – Brasil) \nJornalista e doutora em comunicação\, coordena o grupo de pesquisa em Gênero\, Tecnologias Digitais e Cultura. Docente na FACOM e no PósCom/UFBA. \n  \nPara inscrições\, clique aqui. Serão disponibilizados certificados aos inscritos.
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SUMMARY:VI Simpósio Internacional LAVITS
DESCRIPTION:PROGRAMAÇÃO \nA programação completa está disponível aqui. \n  \nASSIMETRIAS E (IN)VISIBILIDADES: VIGILÂNCIA\, GÊNERO E RAÇA \nVI Simpósio Internacional LAVITS \nSalvador\, 26 a 28 de junho de 2019 \nAinda que a crescente presença de processos de vigilância nos espaços urbanos\, informacionais e sociais seja um fenômeno global\, suas inscrições locais comportam singularidades que merecem ser pesquisadas e debatidas. Sabe-se que na América Latina\, e no Brasil em particular\, as tecnologias e práticas de vigilância e controle são historicamente atreladas a estruturas coloniais\, estatais e econômicas de produção de desigualdades\, segregação ou mesmo extermínio de populações específicas\, especialmente\, indígena e negra. Sabe-se\, igualmente\, que a criminalização da pobreza vem sendo reproduzida em diferentes momentos da história latino-americana e brasileira\, tornando territórios\, comunidades e populações pobres alvos privilegiados da violência\, vigilância e controle por parte do Estado. Ao mesmo tempo\, são historicamente conhecidas as diversas formas de controle e vigilância sobre o corpo e a vida das mulheres. \nApesar da evidência de todos esses processos\, os estudos de vigilância ainda não lhes dedicaram a devida atenção. Essa edição do Simpósio Internacional LAVITS pretende contribuir para o enfrentamento dessa lacuna\, levando em conta tanto as heranças históricas da relação entre vigilância\, gênero e raça\, quanto os seus desdobramentos contemporâneos. As atuais arquiteturas\, dinâmicas e tecnologias de vigilância persistem sendo marcadas por uma forte assimetria\, vigiando\, controlando e punindo certos grupos e garantindo a segurança\, o conforto e a mobilidade de outros. Os avanços da biometria\, da vigilância algorítmica\, dos sistemas de reconhecimento facial\, da captura e análise massiva de dados pessoais para a produção de perfis comportamentais e microtargeting\, entre muitos outros exemplos\, vêm reforçando as inquietações com a reprodução de desigualdades\, preconceitos e discriminações. Lógicas de poder similares são reproduzidas nas cidades\, no campo\, no controle de fronteiras e no espaço informacional. \nPretende-se ainda discutir como a produção de assimetrias alia-se a um complexo regime de (in)visibilidades. Na busca pelo aparelho que permite ver melhor\, mais longe\, mais perto ou ver de verdade\, o olhar vigilante produz norma\, padrão\, apagamentos e silenciamentos. Os aparatos de vigilância e controle persistem operando entre a invisibilidade dos sujeitos e corpos subjugados e a hipervisibilidade do corpo negro ou indígena racializado\, do corpo sexualmente mercantilizado da mulher ou do corpo transexual hostilizado. Tais regimes de (in)visibilidade articulam-se a arquiteturas de violência que tornam alguns mais suspeitos\, mais perigosos\, mais indesejáveis\, mais matáveis que outros. Compreender as heranças e atualizações dessas assimetrias e invisibilidades\, bem como explorar e analisar as formas que elas assumem nos aparatos contemporâneos de vigilância visa não apenas preencher uma lacuna na produção de conhecimento\, como também abrir novos horizontes e práticas de pesquisa e de debate público e científico sobre o tema. \n  \nO EVENTO \nA Rede LAVITS (Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade)\, fundada em 2009\, conta com membros de ao menos 14 instituições de quatro países latino-americanos (Brasil\, Argentina\, México e Chile) e um país europeu (Bélgica). Com histórico de realização de simpósios internacionais em diferentes países latino-americanos (como México\, Argentina\, Chile e Brasil)\, a LAVITS retorna ao Brasil em 2019\, para a cidade de Salvador (Bahia)\, apropriadamente situada para as discussões sobre assimetrias e (in)visibilidades. \nEste simpósio visa promover um espaço interdisciplinar de debates e de intercâmbio de conhecimentos sobre as relações entre tecnologias de vigilância e a reprodução de assimetrias na América Latina\, especialmente aquelas relacionadas à discriminação socioeconômica\, racial e de gênero. \nA LAVITS convida pesquisadores\, artistas e ativistas para a submissão de resumos\, que podem estar vinculados\, mas não limitados\, aos seguintes temas: \n\nVigilância\, desigualdades e vulnerabilidades\n• Assimetrias da vigilância: racismo e sexismo\n• Afetos e tecnologias: redes de controle e de insurgência\n• Corpos\, técnicas e regimes de (in)visibilidade\n• Arte\, estética e políticas da (in)visibilidade\n• Subjetividades e modos de subjetivação na cultura da vigilância\n• Tecnoativismos\, feminismos e narrativas (storytelling)\n• Tecnopolíticas do comum: produção\, apropriação\, extração e resistências\n• Saberes\, tecnologias e resistências: ancestralidade e decolonialidade\n• Laboratórios\, metodologias de pesquisa e práticas experimentais nos estudos de vigilância\n• Investigação e Intervenção: pesquisa ativista; ficção; simulação; pré-figuração e protótipos.\n• Heranças da vigilância e táticas de resistência na América Latina: quilombolas\, povos originários\, trabalhadoras da terra etc.\n• Movimentos sociais e conflitos: anonimato\, criptografia e segurança\n• Comunicação pública sobre vigilância na América Latina: especificidades e desafios\n• Necropolítica\, Estado e neoliberalismo: populações\, territórios e modos de vida vulneráveis\n• Democracia\, exceção e autoritarismo no capitalismo de vigilância\n• Discurso de ódio e desinformação nas redes sociotécnicas\n• Democracia e maquinarias de controle\n• Eleições e Big Data\n• Governamentalidade algorítmica\, inteligência artificial e capitalismo maquínico\n• Dados pessoais\, comportamentais e psicométricos nas redes sociotécnicas\n• Capitalismo de vigilância\, de plataforma e o uso econômico de dados informacionais\n• Trabalho digital global no capitalismo de plataforma e de vigilância\n• Trabalho e automação: controle\, regulação\, extração\, direitos\n• Cidades e territórios: da gestão “inteligente” à militarização do cotidiano\n• Territorialidades subversivas\n• Políticas da verticalidade: drones\, satélites e visibilidades de sobrevôo\n• Infra-estruturas e hiper-objetos de vigilância e controle\n\nAPRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS \nO Simpósio aceitará propostas até 15/03/2019 (Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59)\, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas\, mostras artísticas\, trabalhos individuais e sessões livres. \nOs resumos para trabalho individual devem ter até 300 palavras\, com três a cinco palavras-chave. \nAs propostas para sessão livre\, devem ser enviadas pelo coordenador da sessão\, descrevendo a temática geral da sessão (até 500 palavras) e os convidados (até 4 apresentações). O coordenador da sessão será o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no evento. \nAs propostas de oficina deverão conter: título da oficina\, descrição da oficina (até 300 palavras)\, público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina (como projetor\, mesas\, entre outros). \nAs propostas de intervenção artística devem incluir: título da mostra\, formato\, descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra. \nO formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todas as modalidades (trabalhos individuais\, sessões livres\, oficinas e intervenções artísticas). O formato deverá ser fonte 12\, espaço entre linhas 1.5\, justificado. Todas as submissões devem incluir\, no cabeçalho: título\, modalidade\, dados do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo\, filiação institucional\, titulação e email)\, resumo ou descrição da proposta\, conforme a modalidade. \nAs propostas de trabalho podem ser enviadas em português\, espanhol ou inglês\, em formato PDF\, .doc ou .odt para lavits2019@ufba.br\, com “LAVITS_2019” no assunto da mensagem. Em caso de aceite\, a data limite de entrega  do trabalho completo é 30/05/2019. \nOs trabalhos apresentados no Simpósio serão publicados nos Anais do evento. \nCOMITÊ de ORGANIZAÇÃO \nFernanda Bruno (UFRJ)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Mari Queiroz (Pretas Hacker)\, Sil Bahia (Preta Lab)\, Graciela Natansohn (Gig@ – UFBA)\, Mônica Paz  (Gig@ – UFBA)\, Rodrigo Firmino (PUCPR). \nCOMITÊ CIENTÍFICO \nBruno Cardoso (UFRJ)\, Fernanda Bruno (UFRJ)\, Graciela Natansohn (UFBA)\, Henrique Parra (Unifesp)\, Karla Brunet (UFBA)\, Marta Kanashiro (Unicamp)\, Mônica Paz (UFBA)\, Pablo Rodriguez (UBA)\, Paola Barreto Leblanc (UFBA)\, Rafael Evangelista (Unicamp)\, Rodrigo Firmino (PUCPR)\, Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro (UFRJ)\, Izabela Domingues (UFPE)\, Kênia Freitas (UFES)\, Tharsila Fariniuk (PUC)\, Paulo Lara (Artigo19)\, Rodrigo Gonzatto (PUCPR)\, André Lemos (UFBA)\, Icaro Vidal (PUC-SP)\, André Holanda (UFRRJ)\, Frederick van Amstel (UTFPR)\, Lynn Alves (UFBA) Laura Castro (UFBA)\, José Carlos Ribeiro (UFBA)\, Cezar Migliorin (UFF)\, Diego Vicentin (Unicamp)\, Daniela Araújo (Maria Lab)\, Gabriel Menotti (UFES)\, Carolina Cantarino Rodrigues (Unicamp)\, Edson Teles (Unifesp)\, Alexandre Hannud Abdo (LISIS-INRA\, France)\, Maria Fernanda Novo Santos (Unesp)\, Mariela Brazon Hernandez (UFBA)\, Mary Valda Souza Sales (UFBA)\, Janaína dos Reis Rosado (UNEB)\, Isa Beatriz da Cruz Neves (UFBA)\, Luciana Guilhon Albuquerque (UFRJ)\, Camila Santana (IFCTB)\, Marcus Bastos (PUC -SP)\, Karina Menezes (FACED – UFBA)\, Daniela Manica (UNICAMP)\, Irme Bonamigo (U. Chapeco). \nDATAS IMPORTANTES: \nEntrega dos Resumos: 15/03/2019 –> Prazo prorrogado até segunda\, dia 18/03\, às 23h59. \nDivulgação dos resumos aprovados: 05/04/2019 –> Prazo prorrogado até sexta\, dia 12/04 \nEntrega dos trabalhos completos: 30/05/2019 –> Prazo prorrogado até quarta\, dia 19/06.  \nPara fazer o download da Chamada de Trabalhos completa\, clique aqui: \nCFP_Simposio-LAVITS-2019 \nPRESTACAO-DE-CONTAS-PUBLICA_CGI \nCONTATO: \nlavits2019@ufba.br \nREALIZAÇÃO: \nRede LAVITS\, IHAC-UFBA e gig@/Facom-UFBA \nAPOIO \n                
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SUMMARY:Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem | Debate em SP
DESCRIPTION:A Boitempo\, a livraria Tapera Taperá e autores convidam para o debate de lançamento do livro TECNOPOLÍTICAS DA VIGILÂNCIA: PERSPECTIVAS DA MARGEM\, dia 5 de abril em São Paulo\, na Tapera Taperá. O evento contará com a presença dos autores e organizadores Fernanda Bruno\, Marta Kanashiro\, Rodrigo Firmino\, Rafael Evangelista\, Bruno Cardoso e Henrique Parra. \nDebate de lançamento TECNOPOLÍTICAS DA VIGILÂNCIA: PERSPECTIVAS DA MARGEM\nSexta-feira\, 05 de abril\, 19h\nLivraria Tapera Taperá\n2º andar\, loja 29\, Av. São Luís\, 187 – República\nSão Paulo – SP\, 01046-001 \nRealização: Boitempo e Tapera Taperá \nSOBRE O LIVRO\nA Boitempo lança a coletânea TECNOPOLÍTICAS DA VIGILÂNCIA\, organizada por Fernanda Bruno\, Bruno Cardoso\, Marta Kanashiro\, Luciana Guilhon e Lucas Melgaço\, livro que contempla os resultados das pesquisas e dos debates promovidos pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade (Lavits)\, que opera\, desde 2009\, como um importante núcleo de reflexão do Sul global sobre as práticas e as instâncias da vigilância. \nLink para o evento no Facebook aqui. \nSaiba mais: bit.ly/2Hxb0CC
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SUMMARY:Lançamento RJ | Tecnopolíticas da vigilância: perspectivas da margem
DESCRIPTION:Na última quinta-feira\, dia 28 de março\, tivemos o lançamento do livro Tecnopolíticas da Vigilância: Perspectivas da Margem no Rio de Janeiro\, que aconteceu na livraria da Travessa de Botafogo. Na ocasião\, contamos com a presença dos autores e organizadores Fernanda Bruno\, Bruno Cardoso\, Joana Varon\, Rosa Pedro\, Luciana Guilhon\, Anna Bentes e Paulo Faltay para uma bela noite de autógrafos. \n  \n  \n                 \n  \n\n\nAinda teremos na sexta-feira\, dia 05 de abril\, mais um lançamento\, desta vez\, na cidade de São Paulo. O evento acontecerá na livraria Tapera Taperá\, às 19h\, e contará com a presença dos autores e organizadores Fernanda Bruno\, Marta Kanashiro\, Rodrigo Firmino\, Rafael Evangelista\, Bruno Cardoso e Henrique Parra para um debate.\n\nPara saber mais sobre o lançamento em São Paulo\, acesse: https://www.facebook.com/events/332687544034150/
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SUMMARY:“Laboratórios\, Tecnopolíticas e Algoritmos encarnados” na UFRJ
DESCRIPTION:O MediaLab.UFRJ\, o Pontão da ECO/UFRJ e o Laboratório de Inovação Cidadã recebem Henrique Parra para uma conversa sobre “Laboratórios\, Tecnopolíticas e Algoritmos encarnados”. \nÉ uma ocasião para dialogar sobre como podemos usar dos potenciais das tecnologias da informação e comunicação (tics) para transformar a democracia\, assim como abordar a criação de metodologias para laboratórios que sejam mais permeáveis a questões sociais\, políticas etc. A conversa sobre ciência aberta e laboratório cidadão tem como convidado Henrique Parra (Lavits)\, que atualmente se dedica a investigar as dinâmicas de produção colaborativa de conhecimentos (ciência cidadã\, ciência aberta) e as novas configurações da política no contexto de crescente mediação das tecnologias digitais de comunicação. \nRealizado pelo MediaLab.UFRJ\, LAVITS e o Pontão da ECO/Lab Inovação Cidadã\, o evento conta com a mediação de Fernanda Bruno (Lavits/Medialab.UFRJ) e Ivana Bentes (UFRJ). \n  \nLinks relacionados: \n\nDo protesto aos arranjos tecnopolíticos: recursividade e reticulação – https://pimentalab.milharal.org/2018/03/17/do-protesto-aos-arranjos-tecnopoliticos-recursividade-e-reticulacao/\nRes-Publica – Revista Lusófona de Ciência Política e Relações Internacionais – http://revistas.ulusofona.pt/index.php/respublica/article/view/2398\nApresentação: Ciência Cidadã e Laboratórios Cidadãos – http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3907\nCiências Humanas e Mediação Sociotécnica: questões sobre a tecnicidade do digital em redes cibernéticas  – http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3558\n\n  \n\n\n\n LABORATÓRIOS | TECNOPOLÍTICAS | ALGORITMOS ENCARNADOS \nSexta-feira\, 13 de abril\, às 10h \nAuditório da Central de Produção Multimídia da Escola de Comunicação / UFRJ \nAv. Pasteur\, 250\, Urca \nEvento aberto e gratuito
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SUMMARY:Exceção\, expulsão\, extração: cartografias da violência nas américas
DESCRIPTION:O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB)\, coordenador da agência autonoma e colaborador do coletivo Forensic Architecture\, Paulo Tavares\, apresenta seus projetos no dia 20 de março de 2018 na Capacete\, Rio de Janeiro. O evento gratuito é realizado pelo Medialab.UFRJ e pela capacete em parceria com a Lavits\, contando com o apoio da Fundação Ford. \nEm Exceção\, Expulsão\, Extração: cartografias da violência nas Américas\, o arquiteto e urbanista explora as ferramentas da arquitetura\, do jornalismo investigativo\, do mapeamento e da análise de dados\, em suas dimensões estéticas e políticas\, como instrumento de luta por direitos (humanos e não-humanos). Seu trabalho coloca em articulação os temas da intervenção militar no Rio; o deslocamento forçado de comunidades indígenas no sul do Equador para a abertura de uma mega-mina de cobre; a violência dos diversos colonialismos e extrativismos que se perpetuam nas Américas. \nA conversa será mediada pela membra fundadora da Lavits e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro\, Fernanda Bruno\, e pelo pesquisador do Medialab.UFRJ\, Adriano Belisário\, com início às 19h.
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SUMMARY:V Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências”
DESCRIPTION:A Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância\, Tecnologia e Sociedade (LAVITS)\, a Universidade do Chile e a ONG Datos Protegidos convidam para o \nV Simpósio Internacional LAVITS: “Vigilância\, Democracia e Privacidade na América Latina: vulnerabilidades e resistências” \n                                                \n(29 e 30 de novembro\, 01 de dezembro de 2017) \n  \n\n\n\n\nI. Objetivos do Simpósio \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO principal objetivo dos Simpósios da LAVITS tem sido a geração de um fórum para analisar e debater\, ao longo do tempo\, os desafios colocados pela presença da vigilância nas sociedades\, com um enfoque específico sobre a realidade continental da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \nBusca-se consolidar um espaço de colaboração multidisciplinar entre pesquisadores\, profissionais de mídia\, movimentos sociais e artistas\, com foco na pesquisa e na discussão de temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e controle em nossas sociedades. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nII.  Tema do Simpósio 2017 \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO tema do V Simpósio priorizará os impactos das tecnologias de vigilância (via plataformas digitais\, dispositivos móveis\, institucionais etc) sobre o exercício da democracia e dos direitos humanos fundamentais\, como a privacidade\, destacando as vulnerabilidades no contexto latino-americano e as possibilidades de resistência às tentativas de controle dos movimentos sociais por parte do Estado e grandes corporações. \n\n\n\n\n\n\n  \nA crescente capacidade de vigilância sobre as populações revela a assimetria de poder entre diferentes grupos da sociedade. Neste cenário\, em que as empresas e os Estados investem na prospecção de dados populacionais\, entendemos como vulneráveis todo grupo de pessoas suscetíveis a uma vigilância em massa que aprofunde as desigualdades ou impeça o pleno exercício da cidadania. \n  \nNo que diz respeito ao direito à privacidade\, em nossas democracias está resguardado e garantido\, com base na Declaração dos Direitos Humanos\, que “Ninguém será sujeito à interferência na sua vida privada\, na sua família\, no seu lar ou na sua correspondência\, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques” (Artigo 12). \n  \nContudo\, nas últimas décadas\, a noção e a experiência de privacidade têm sido tensionadas e complexificadas pelo crescente uso e massificação de tecnologias de informação e comunicação como a Internet\, as mídias e redes sociais. Tais tecnologias já não são apenas um espaço para o exercício da liberdade de expressão como autoexpressão\, mas também um espaço que forma opinião pública e permite a emergência de outros discursos\, em disputa com os poderes tradicionais: imprensa e meios de comunicação\, governos e autoridades\, elites. \n  \nTal cenário torna-se mais problemático com a crescente ativação de serviços on-line que solicitam dados e informações pessoais ou estão associados a sistemas de monitoramento online\, que permitem análise de comportamentos e/ou motivações sobre gostos e decisões de compra\, posições políticas ou diferentes situações cotidianas na vida privada\, social e no trabalho. Assim\, as redes sociais e serviços online estão constantemente mudando suas regras relativas aos termos de privacidade\, com a finalidade de acumular cada vez mais informações sobre seus usuários em todo o mundo. \n  \nEm outras ocasiões\, esses dados – ou parte deles – também são solicitados e coletados pelos governos ou serviços de inteligência nacional e internacional\, em nome da segurança ou do interesse público. Paralelamente\, tecnologias de vigilância – como os drones\, por exemplo – começam a ser utilizadas em diferentes cidades e territórios por toda a América Latina\, sob a alegação de fortalecer o combate ao crime e ao terrorismo\, o que acaba gerando novos conflitos\, por suas implicações no uso de dados pessoais ou de imagens. Além disso\, os modelos atuais de gestão “inteligente” de grandes cidades investem fortemente em sistemas de coleta e visualização de dados sobre territórios e populações\, ampliando as margens de controle e vigilância sobre o espaço urbano em geral\, bem como as práticas de controle e violência do Estado sobre as vidas que habitam as regiões mais pobres da cidade. Outras vezes\, tanto a coleta de dados como as tecnologias de vigilância são utilizadas para encobrir o monitoramento de organismos estatais dirigido a ativistas\, jornalistas e comunicadores sociais num sentido amplo. Paulatinamente os sistemas biométricos (impressões digitais ou sistemas de reconhecimento facial) também estão sendo estabelecidos como dispositivos de controle de acesso\, identidade ou certificação de segurança em espaços de trabalho ou instituições. Em todos esses casos\, as tecnologias de vigilância e controle costumam afetar mais intensamente a certos grupos sociais e étnico-raciais (pobres\, mulheres\, negros e indígenas)\, reforçando o quadro de desigualdade quanto à  garantia de direitos humanos e civis nas democracias latino-americanas. \n  \n\n\n\n\n\n\nEsses diversos contextos fundamentam a escolha da temática do impacto da vigilância sobre a democracia e a privacidade como o foco do Simpósio Internacional LAVITS em 2017. Pretende-se que este seja um espaço de encontros\, diálogos e debates entre pesquisadores e acadêmicos\, profissionais da comunicação\, movimentos sociais e artísticos\, ativistas\, líderes e representantes de organizações da sociedade civil sobre temas\, metodologias e estratégias coletivas que problematizam os processos de vigilância e o controle tecnológico em nossas sociedades. Por essa razão\, estamos interessados que este simpósio seja uma ocasião para compartilhar resultados de pesquisas teórico-conceituais\, estudos aplicados e também a sistematização de experiências concretas realizadas a partir do trabalho social e territorial. \n\n\n\n\n\n\n\n  \nIII. Histórico do Simpósio LAVITS \n  \n\n\n\n\n\n\n\nO primeiro Simpósio Internacional “Vigilância\, Segurança e Controle Social na América Latina”\, realizado em 2009 na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Curitiba\, Brasil)\, foi um marco na fundação da rede LAVITS. Coorganizado por pesquisadores de universidades do Brasil (UFRJ\, PUCPR e Unicamp)\, México (UAEM) e Reino Unido (Universidade de Newcastle)\, o evento foi apoiado pela Fundação Araucária (Brasil) e pela Rede de Estudos de Vigilância. O II Simpósio Internacional ocorreu em 2010 na Universidade Autônoma do Estado do México (Toluca) e reuniu pesquisadores em torno do tema “Identificação\, Identidade e Vigilância na América Latina”. Este evento resultou no desenvolvimento conjunto do projeto de pesquisa “Efeitos Sociais do Tratamento e da Regulação de Dados Pessoais na América Latina”\, financiado pelo International Development Research Centre (IDRC-Canadá). \n\n\n\n\n\n\n  \nEm 2015\, com o tema geral “Vigilância\, Tecnopolíticas e Territórios” o III Simpósio Internacional retorna ao Brasil e é realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nesta edição\, o Simpósio se expande de maneira significativa tanto em números de participantes quanto na diversidade de atividades\, instituições coorganizadoras e apoios. Em 2016\, o IV Simpósio “Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina” acontece na cidade de Buenos Aires\, Argentina\, com a organização da Fundación Vía Libre e da Área de Tecnologia\, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires. Esses dois simpósios foram apoiados pela Fundação Ford no âmbito do projeto “Rede Latino-americana de estudos em vigilância\, tecnologia y sociedade / LAVITS: interseções entre pesquisa\, ação e tecnologia”. \n  \nDesta vez\, o Simpósio se transfere para o Chile\, organizado pelo Instituto de Comunicação e Imagem (ICEI) da Universidade do Chile e pela Fundação Datos Protegidos\, organização sem fins lucrativos\, dedicada à promoção e defesa da privacidade e dados pessoais nesse país. O objetivo é gerar um espaço de intercâmbio acadêmico\, ativista e jornalístico em âmbito internacional a respeito das problemáticas abordadas por LAVITS e\, assim\, poder ampliar esta Rede de estudos no contexto da América Latina. \n\n\n\n\n\n\n  \n\n\n\n\n\n\n\nCONVOCATÓRIA DE RESUMOS \n  \nA. TEMÁTICAS \nConvidamos pesquisadores (independentes ou de instituições acadêmicas e centros de pesquisa)\, acadêmicos\, ativistas e representantes da sociedade civil\, ao envio de resumos para apresentação de trabalhos em uma ou mais dos seguintes eixos temáticos. \n  \nI) Vigilância de comunidades\, trabalhadores\, profissionais da comunicação e ativistas. Incluem-se as problemáticas e táticas de resistência que afetam a:  \n–     Povos originários e outros grupos sociais vulneráveis \n–     Jornalistas\, profissionais do audiovisual e comunicadores sociais \n–     Defensores de direitos humanos na Internet \n–     Trabalhadores  e monitoramento \n  \nII) Espaço e território.  \n\nCidades inteligentes e espaços de controle\nBig Data e cidade neoliberal\nGeopolítica de segurança pública: fronteiras\, exceção e militarização do espaço urbano\nEspaço aéreo e verticalização do controle: de satélites a drones\nInfraestruturas da vigilância: políticas de (in)visibilidade\n\n  \nIII) Espaço online e vigilância ampliada:  \n\nRedes sociais\nObjetos conectados\nAplicações móveis\nCiberdefesa /Cibersegurança\nAlgoritmos\, inteligência artificial e machine learning\n\n  \nIV) Economia da Vigilância: \n\nBig Data e mercados de vigilância\nCapitalismo da vigilância e desigualdade social\n\n  \nV) Corpos e Vigilância: \n\nSaúde e cuidado\nBiometria\, sensores\, scanners\nBiovigilância e Biossegurança\n\n  \nPRAZO PRORROGADO: Resumos podem ser enviados paralavits2017@datosprotegidos.org até 20 de agosto de 2017 31 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3) \n  \nB. TIPO DE RESUMOS\n\nPodem ser apresentados trabalhos ou painéis sobre pesquisas\, projetos e trabalhos acadêmicos\, ativistas ou artísticos. As propostas devem ser enviadas em espanhol\, português ou inglês. \n  \nTRABALHOS \nExtensão Máxima de 400 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até três autores por trabalho. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nOs resumos enviados devem seguir a seguinte estrutura: \n\nTítulo do trabalho.\nNome completo dos autores.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nTipo de trabalho: texto acadêmico/pesquisa científica\, práticas artísticas\, relato de experiência(s).\nResumo descritivo.\n\n  \nPAINÉIS \n  \nOs painéis irão discutir temas fechados previamente estabelecidos pelos interessados. \nA extensão máxima do resumo será de 1.000 palavras (incluindo título)\, em formato doc\, docx\, odt ou rtf. Serão aceitos até quatro resumos por painel. Os coordenadores de painéis devem incluir também uma proposta de moderador. Não será permitido apresentar mais de uma proposta por autor. \n  \nEstrutura do resumo: \n\nTítulo do painel.\nNome dos proponentes.\nFiliação institucional ou organizacional. Se independente\, indicar.\nE-mail.\nEixo temático (indicando título e número).\nResumo descritivo (deve incluir a descrição geral e uma breve resenha de cada exposição).\n\n  \nOs resumos devem ser enviados ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \n  \nC. CRONOGRAMA \nA chamada permanecerá aberta até 20 de agosto de 2017 às 23:59 horas (horário de Santiago/Chile UTC-3)  ao seguinte endereço: lavits2017@datosprotegidos.org \nUma vez recebidas\, as propostas apresentadas serão avaliadas e selecionadas por um Comitê Científico. \nA confirmação da participação no Simpósio e os trabalhos completos serão recebidos até o dia 30 de outubro de 2017 às 23:59. \n\n  \n\nD. PUBLICAÇÃO \n  \nAs comunicações aceitas e apresentadas durante o evento serão incluídas\, pela organização\, nos Anais do Simpósio e no livro que reunirá as contribuições aceitas. Os trabalhos aceitos e não apresentados não serão incluídos na publicação. \nEm breve serão divulgadas as características do formato dos trabalhos completos. \nE. APOIO
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SUMMARY:LABJOR e Lavits convidam: Jornada de proteção de dados pessoais em Campinas
DESCRIPTION:Debates sobre a proteção de dados pessoais marcam a programação da jornada organizada pela Lavits em conjunto com o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR/UNICAMP) e o mandato do vereador Pedro Tourinho\, que ocorre no dia 23 de novembro em Campinas. \nAs discussões têm como ponto de partida o projeto de lei municipal de proteção de dados pessoais nº 297/2017 que “dispõe sobre o tratamento de dados pessoais no âmbito da administração pública direta e indireta no município de Campinas”. Com início às 9h na ADUnicamp\, o tema será retomado às 19h na Câmara Municipal. \nA proposta contida no PL nº 297/2017 atualmente tramita na Câmara Municipal de Campinas em integral conformidade com a versão formulada pesquisadores da Lavits\, Paulo Lara e Bruno Bioni\, graças à atuação conjunta com o vereador Pedro Tourinho. \nO texto também está sendo usado como base para projetos de lei de proteção de dados pessoais em outros municípios pelos mandatos de Maria Giovana (PC do B)\, em Americana e de Rodrigo Paixão (REDE)\, em Vinhedo. Na cidade de São Paulo\, o PL 807/2017 foi formulado a partir dessa mesma base em um processo suprapartidário\, com apoio de mandatos do PSDB\, PSD\, PT e PSOL\, além do envolvimento de organizações da sociedade civil. \nO principal objetivo da proposta de lei de proteção de dados pessoais é garantir segurança jurídica para que o avanço da tendência crescente de uso de tecnologias de coleta e processamento de dados na gestão e administração municipal não exponha a população à riscos como a discriminação e o assédio\, além de prevenir a cidadã e o cidadão de sofrerem abusos em função da utilização de seus dados. Localmente\, a iniciativa conta com o apoio da Rede Minha Campinas\, organização da sociedade civil que atua por uma sociedade mais justa e sustentável. \nA proposta em torno da necessidade de um projeto de lei que estabeleça quais são as boas práticas e os deveres da administração pública municipal na gestão dos dados pessoais dos munícipes teve início em abril\, em um debate na Câmara Municipal de Campinas. A partir dessa discussão foi encaminhado o processo legislativo tendo em vista assegurar o direito à proteção de dados em uma sociedade cada vez mais orientada por eles\, de forma a mitigar riscos e firmar o compromisso social ao se valer de informações pessoais em posse do poder público. \nO evento é um convite para retomar a discussão do tema com a reunião de representantes do poder público municipal e organizações da sociedade civil em torno do debate sobre as possibilidades para a proteção de dados pessoais da população em posse da administração pública. \n\n\n\n  \nPROGRAMAÇÃO \nAbertura: Minha Cidade\, meus dados! Proteção de dados pessoais nos meios eletrônicos \nHorário: 9h \nLocal: Auditório da ADunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp\, Av. Érico Veríssimo\, 1479\, Unicamp) \nFarão parte da mesa de debates: \nLeonardo Ribeiro da Cruz (MDCC-LABJOR/Lavits)\, Paulo Lara (Goldsmiths\, University of London/Lavits)\, Pedro Tourinho (Vereador PT Campinas)\, André Bordignon (IFSP e Minha Campinas)\, Leandro Telles (IMA) \nConvidados: \nVereador Professor Alberto (Presidente da Comissão de C&T da Câmara de Campinas) e André von Zuben (Secretário de Desenvolvimento Econômico de Campinas) \nEncerramento: Respeitem a minha privacidade! Proteção de dados pessoais nos meios eletrônicos \nLocal: Plenarinho da Câmara Municipal de Campinas\, que fica na Rua Engenheiro Roberto Mange\, 66\, na Ponte Preta. \nHorário: 19h \nFarão parte da mesa de debates: \nRafael Evangelista (Lavits/LABJOR)\, Paulo Lara (Goldsmiths\, University of London/Lavits)\, Pedro Tourinho (PT/Campinas)\, André Pasti (Intervozes)\, Maria Giovana (PC do B/Americana) e de Rodrigo Paixão (REDE/Vinhedo) e Toninho Vespoli (PSOL/São Paulo).
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SUMMARY:Surveillance Capitalism\, Surveillance Culture (and a Sociology of Hope)
DESCRIPTION:A vigilância está inevitavelmente associada à vida cotidiana no século XXI\, especialmente em um contexto de uso exponencial de dados e rastros digitais para os mais diversos fins. Além de ser um elemento fundamental às interações com governos\, corporações e organizações em geral\, o monitoramento\, visualização e processamento de volume massivo de informações é parte das experiências cotidianas de sociabilidade\, comunicação e interação. \nAo integrar diferentes modos de vida\, a vigilância faz parte da produção de imaginários e de práticas nas sociedades contemporâneas\, no que Lyon define como uma “cultura da vigilância”\, na qual os indivíduos não são apenas vigiados\, mas participam ativamente vigiando uns aos outros\, principalmente através do uso da internet e das mídias sociais. Incluindo fenômenos complexos e heterogêneos em disputa\, esta produção cultural está relacionada ao desenvolvimento político-econômico do capitalismo de vigilância\, em que grandes corporações da internet – como Google\, Facebook\, Apple\, entre outras – capturam\, armazenam e analisam dados para prever e modificar o comportamento humano em função do controle econômico. \nNa conferência\, David Lyon abordará aspectos da cultura e do capitalismo de vigilância bem como levantará questões sobre as relações sociais\, éticas e políticas da experiência cotidiana implicada nessa conjuntura. \n\nDavid Lyon é professor de Sociologia na Queen’s University (Canadá) e um dos principais pesquisadores internacionais no campo dos estudos de vigilância e tecnologia\, com livros já traduzidos em 17 idiomas. Desde 2008\, é Fellow na Royal Society of Canada\, tendo recebido prêmios de reconhecimento por sua obra e carreira da American Sociological Association e da Canadian Sociological Association.\n\nA conferência será proferida em inglês. Local: IFCS – Sala Evaristo de Moraes (sala 109). Largo São Francisco de Paula\, 1\, Centro. Rio de Janeiro. Data/hora: quarta-feira\, 04 de outubro\, às 18h. \nOrganização: Bruno Cardoso (NECVU/UFRJ e LAVITS) Fernanda Bruno (MediaLab.UFRJ e LAVITS) \nRealização: PPGSA/UFRJ MEDIALAB.UFRJ NECVU/UFRJ LAVITS ECOPós/UFRJ
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SUMMARY:IV Simpósio Internacional LAVITS
DESCRIPTION:“Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina” \nA Rede Latinoamericana de Vigilância\, Tecnologia e Sociedade realizará seu IV Simpósio Internacional na cidade de Buenos Aires\, Argentina\, entre 21 e 23 de novembro de 2016\, no Centro Cultural General San Martín (Sarmiento 1551). Depois de edições no Brasil e no México\, este será o primeiro o Simpósio realizado na Argentina. \nO IV Simpósio LAVITS buscará debater sobre a existência de novos paradigmas da vigilância\, produzindo uma perspectiva desde a América Latina. \nConfira o site oficial do evento aqui. \nO imaginário popular sobre a vigilância inclui a existência de espiões e enormes redes de inteligência dedicadas ao monitoramento de cidadãos “suspeitos”. Ainda que este paradigma de vigilância possa ter sido vigente em outras décadas\, é certo que com o advento das tecnologias digitais\, os custos da vigilância\, tanto estatal como corporativa\, têm baixado dramaticamente. Isso permite que se acumulem dados sobre os cidadãos de maneira preventiva\, mesmo quando não haja razões fundamentadas para a existências dessas bases de dados. \nA modificação na narrativa da segurança a partir do atentado contra as Torres Gêmeas permitiu que se incorporasse uma nova doutrina de vigilância de “informação total”. Essa nova doutrina é diametralmente oposta a qualquer princípio de direitos humanos\, mas o secretismo na gestão da informação e a aceitação de cooperação entre o setor público e o privado na coleta e processamento de dados convertem este tipo de vigilância numa prática fora do controle público. \nA incorporação de tecnologia em numerosos âmbitos da vida cotidiana – desde as ruas com câmeras de vigilância até os espaços mais íntimos povoados com dispositivos inteligentes que informam dados sobre os usuários para terceiros – vem tornando a vigilância mais ubíqua e invisível. Os marcos regulatórios que deveriam proteger os cidadãos têm se tornado obsoletos diante desta realidade\, e a ausência de prestação de contas no setor público e privado complexifica o cenário no momento da tomada de decisões. \nO desafio é\, como nunca antes\, global. Os dados que se produzem sobre um usuário na América Latina são transferidos a um centro de processamento nos Estados Unidos para que sejam analisados na Europa. A novas doutrinas de segurança incluem conceitos difusos como de “ciberguerra” para implementar mecanismos cada vez más complexos de coleta de dados digitais. Os cidadão se veem impotentes em sua capacidade de reivindicação\, ou ainda desconhecem diretamente o fato de que estão sendo observados. \nO fenônemo não se dá de maneira homogênea e igual em todas as partes; existem singularidades essenciais no âmbito da América Latina que necessitam ser pesquisadas\, ressaltadas e colocadas em discussão. Este é o propósito principal do IV Simposio de LAVITS. \nNOTA: Os visitantes estrangeiros são muito bem-vindos\, entretanto\, como a inscrição do evento é gratuita\, cada participante deverá se encarregar de seus próprios gastos de estadia e alimentação. \nConvidamos pesquisadores\, professores\, ativistas e artistas a enviar sus resumos de trabalho para o IV Simpósio Internacional LAVITS de acordo com algum destes temas chave: \n\n\nDoutrina de segurança e serviços de inteligência \n\n\nMudanças nas doutrinas da América Latina segurança. Combate ao narcotráfico e vigilância. As agências de inteligência: práticas antidemocráticas\, reformas\, avanços e recuos. Quem vigia os guardiões?: Segredos excessivos dos serviços de inteligência e a falta de responsabilidade pública. Inteligência e contra-inteligência: os riscos para uma segurança democrática. \n\n\nVigilância\, espaço e território \n\n\nA incorporação de tecnologia para a vigilância no espaço público. Drones\, CCTV: marcos regulatórios e desafios. Protecção da privacidade no espaço público. Cidades inteligentes e monitoramento dos cidadãos. Grandes eventos (Jogos Olímpicos\, Copa do Mundo)\, como uma desculpa para a implementação de tecnologias de vigilância. Controle de multidões. \n\nIdentificação e biometria\n\nDesenvolvimento de sistemas de coleta de dados biométricos. Os riscos de implementação. Biometria como uma ferramenta para a privacidade. Bases de dados biométricos: vulnerabilidades dos sistemas. A aceitação cidadã da coleta de dados biométricos pelo Estado. \n\n\nA sedução do número: decisões baseadas em algoritmos e Big Data \n\n\nO Big Data na América Latina. A neutralidade de algoritmos e a terceirização das decisões. O prestígio político de tomar decisões com base em algoritmos. As cidades “inteligentes” e a gestão do governo. \n\nNovos desafios na proteção de dados pessoais\n\nOs marcos regulatórios ultrapassadas e os novos desafios para a protecção dos dados pessoais. A retirada do consentimento. Existe consentimento informado ainda? A transferência de informações além da fronteira: a lei por trás da tecnologia. Um novo paradigma dinâmico para a protecção de dados pessoais. A presunção mínima de privacidade. A responsabilidade dos intermediários e auto-regulação das empresas. \n\nVigilância corporativa\n\nVigilância como um modelo de negócio. Abuso corporativo e coleta de dados indiscriminada. Privacidade e os desafios de consentimento informado. Vigilância corporativa\, transparência e rendição de contas. Os termos e condições: espada da vigilância. Abuso no trabalho através da implementação de tecnologias de monitorização e controle. Vigilância de espaços públicos ou semi-privados: limites e controles. \n\n\nDimensiones culturais da vigilância \n\n\n“Não tenho nada a esconder”. Superentendidos e mal-entendidos da vigilância. A aceitação da recolha maciça de dados pessoais. Meus dados são minhos: um formulário com muitas perguntas. A inteligência de código aberto: a contribuição dos cidadãos na apresentação voluntária de dados. Cultura de vigilância nos relacionamentos afetivos: porque eu te amo estou te vigilando. O discurso da neutralidade tecnológica. Vida em redes sociais e vigilância “em tempo real”. \n\n\nResistências e contravigilância \n\n\nCasos de sucesso ou fracasso: combatendo a vigilância. Construção de espaços livres de dispositivos de rastreamento. Tecnologias de contravigilância e projectos de desenvolvimento (criptografia\, internet livre\, eletrônica lúdica\, hardware aberto). \n\n\nArte\, vigilância e tecnologia \n\n\nPotencial expressivo das novas tecnologias. Internet e as coisas. Novos dispositivos ressignificados. Usos e apropriações das tecnologias. Casos\, performances\, instalações e Vjs\, a art-veillance. \nApresentação de resumos e propostas\nO Simpósio aceitará propostas até 19 de Agosto\, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas\, mostras artísticas\, trabalhos e mesas temáticas. \nAs propostas de oficinas deverão incluir: título da oficina\, descrição da oficina (até 300 palavras)\, público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina\, que no caso seriam (projetor\, mesas\, entre outros). \nAs propostas de mostras artísticas devem incluir: título da mostra\, formato e descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra. \nOs resumos devem ter até 300 palavras\, com três a cinco palavras chave. Aqueles que desejem coordenar mesas temáticas\, deverão enviar da mesma forma sua proposta\, descrevendo a temática geral da mesa (até 500 palavras) e os convidados da mesa. No caso\, aquele que propõe como coordenador é o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no dia do evento. \nO formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todos os casos. O formato deverá ser fonte 12\, espaço entre linhas 1.5\, justificado. A proposta deve incluir: título da exposição\, mesa temática\, mostra artística\, ou oficina\, dados pessoais do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo\, filiação institucional\, título e email). O cabeçalho da apresentação deve conter: título\, dados pessoais e a continuação da descrição ou o resumo\, conforme o tipo de particpação. \nAs propostas de trabalho podem ser enviadas em espanhol\, português ou inglês. Os resumos podem ser enviados em formato PDF\, .doc ou .odt para info at vialibre.org.ar. \nCaso o resumo seja aceito\, a data limite de apresentação do trabalho é até 30 de outubro. \nA informações do evento estão disponíveis no site http://lavits2016.vialibre.org.ar. Outras informações ou dúvidas podem ser enviadas para info at vialibre.org.ar. \nOrganização:\nEquipe\n• Pablo Esteban Rodríguez\n• Laura Siri\n• Beatriz Busaniche\n• Flavia Costa\n• Fernanda Bruno\n• Camilo Enrique Ríos Rozo\n• Andrés Pérez Esquivel\n• Priscilla Calmon / Luciana Albuquerque\n• Sarah Costa Schmidt\n• Marta Kanashiro \nOrganizações: \nLAVITS \nFundação Via Libre \nFundada no ano 2000\, a Via Libre é uma organização sem fins lucrativos na Argentina\, dedicada a defesa dos direitos civis em questões relativas a tecnologias. Entre suas áreas de trabalho se encontram temas de privacidade\, vigilância\, software livre\, propriedade intelectual\, liberdade de expressão na Internet e voto eletrônico. \nÁrea de Tecnologia\, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais\, Universidade de Buenos Aires \nA área de Tecnologia\, Cultura e Política foi criada em 2014 por um grupo de docentes\, estudantes e pesquisadores no âmbito da Carreira de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais\, da Universidade de Buenos Aires. A partir de uma hipótese de mútuo condicionamento entre fenômenos técnicos e fenômenos sociais\, se propõe desenvolver e apoiar pesquisas\, assim como participar em debates\, que abordem a análise de fenômenos comunicacionais\, culturais\, estéticos e políticos aonde a dimensão tecnológica seja constitutiva: desde o estudo das imbricações entre tecnologias do poder e biotecnologias até a análise cultural de novos gêneros artísticos como a bioarte\, passando pelas novas estratégias de controle e vigilância a céu aberto\, as atuais dinâmicas de apropriação do conhecimento e os usos políticos\, econômicos e sociais das redes sociais\, entre outros temas. \nApoio \n\nPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura/UFRJ\n\nO Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ foi criado em 1972 e é o segundo mais antigo do país. Desde então\, vem formando docentes universitários\, pesquisadores e especialistas nas áreas de Comunicação\, Cultura e Novas Tecnologias. Programa de nível 6 pela CAPES (Brasil) tem como pressuposto básico a ideia de que a comunicação impõe-se hoje como força estruturante de novas formas de socialização. Nesse sentido\, as atividades de ensino e pesquisa focalizam as dinâmicas de articulação de formas tradicionais de vida e cultura com as novas tecnologias da comunicação e da informação. \n\nMediaLab.UFRJ\n\nO MediaLab.UFRJ é um laboratório experimental de pesquisa\, com foco nos seguintes temas: redes sociotécnicas\, visualidades\, tecnopolíticas e subjetividades.  Com sede na Escola de Comunicação/UFRJ\, o laboratório é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura/UFRJ e conta com pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento. \n\nLabjor\n\nO Laboratório de Jornalismo (Labjor) da Unicamp firmou-se em seus 20 anos de existência como um centro de referência\, no país e na América Latina\, para a formação e para os estudos em comunicação e jornalismo\, voltando-se especialmente para comunicação de ciência e tecnologia\, e divulgação científica e cultural. Suas atividades e programas acadêmicos espelham a preocupação com uma reflexão critica e atual sobre os fenômenos contemporâneos ligados a comunicação\, ciência e tecnologia\, a cultura científica\, e as  relações entre ciência e sociedade a partir de uma abordagem multidisciplinar. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Divulgação Cientifica e Cultural\n\nO Programa de Pós-Graduação em Divulgação Cientifica e Cultural criado em 2006\, é parte do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) e ao Laboratório de  Jornalismo (Labjor) da Unicamp. O Grupo de Pesquisa Informação\, Comunicação\, Tecnologia e Sociedade compõem este programa a partir da linha de pesquisa de mesmo nome. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas\n\nO Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP é um dos mais tradicionais do Brasil\, tendo completado 40 anos de existência em 2014. Uma tradição que coincide com excelência e inovação. Seu quadro docente é reconhecido internacionalmente pela importância de sua produção\, mas também por sua abertura a diferentes linhas teóricas e práticas de pesquisa\, alinhada ao constante incentivo a investigações sobre novas temáticas na área de Sociologia. Dessa forma\, os alunos têm a oportunidade de se inserirem em um ambiente de ricas trocas de conhecimento\, que se materializam em Centros\, Núcleos\, Grupos e Laboratórios de Pesquisa. O Grupo de Pesquisa Conhecimento\, Tecnologia e Sociedade (CTeMe) compõem este programa de pós-graduação. \n\nPrograma de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) – PUCPR\n\nO PPGTU é um programa de mestrado e doutorado em estudos urbanos de caráter interdisciplinar\, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)\, estruturado em três linhas de pesquisa: (1) Políticas Públicas; (2) Planejamento e Projeto Urbano e Regional e (3) Gestão e Tecnologias Ambientais. Programa nível 5 pela CAPES (Brasil)\, caracteriza-se por abrigar pesquisas em diversas áreas de investigação sobre as cidades e o desenvolvimento urbano e regional. Um de seus programas de pesquisa\, Redes e Territorialidades\, abrange estudos sobre tecnologia e sociedade\, com destaque para os temas de vigilância urbana\, tecnopolítica ou aspectos sociopolíticos da cidade inteligente\, territórios e territorialidades. \n\nPimenta Lab\n\nO Projeto “Plataforma Sociotécnica Pimentalab” objetiva integrar diferentes projetos de pesquisa e extensão baseados na utilização de tecnologias de informação e comunicação (doravante TICs) e oferecer suporte adequado para ações de ensino\, pesquisa e extensão já em andamento\, criando também possibilidades ampliadas para a realização de novos projetos científicos e sociais que necessitem de uma infraestrutura básica de TICs. Desde 2010 o grupo tem experimentado diferentes tecnologias digitais para a realização de pesquisas\, sistematização e produção de novos conhecimentos e para a difusão de informações para estudantes e para o público extra-universitário. Até o presente momento\, todas essas iniciativas foram realizada de maneira artesanal\, contando sempre com o apoio espontâneo e solidário de diferentes individuos e grupos (tanto estudantes como da comunidade extra-universitária. \n\nPrograma de Pós Graduação em Psicologia (PPGP) da UFRJ\n\nO Programa de Pós-graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro visa qualificar profissionais graduados para exercer magistério e pesquisa em Psicologia em nível superior. Atualmente conta com uma equipe de 19 professores distribuídos em 3 linhas de pesquisas dentro de um amplo espectro de áreas e tendências que buscam no âmbito de 4 núcleos de pesquisa conjugar em nível de excelência a pesquisa e a extensão. Os núcleos e laboratórios têm a finalidade de estabelecer uma plataforma institucional facilitando contatos e intercâmbios com outros pesquisadores nestas áreas\, nacional e internacionalmente.
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SUMMARY:Oficinas Itinerantes Lavits: 1ª edição ocorre no Chile
DESCRIPTION:Entre os dias 4 e 9 de abril de 2016\, a Lavits realizou sua primeira edição de oficinas itinerantes\, que ocorreram em Santiago e Valparaíso\, no Chile. As atividades fazem parte do projeto “Rede Latino-­Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade: interseções entre pesquisa\, ação e tecnologia”\, financiado pela Fundação Ford. Os encontros\, que contaram com a presença dos pesquisadores da Lavits Fernanda Bruno\, Marta Kanashiro e Paulo Lara\, foram marcados por debates\, rodas de conversa e oficinas sobre políticas de privacidade e vigilância e ativismo midiático. \nVeja mais informações aqui.
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SUMMARY:Lavits convida para o evento: "As corporações na universidade: rumos da informação e do conhecimento"
DESCRIPTION:Nos dias 22 e 23 de março de 2016 o auditório da ADunicamp\, na Universidade Estadual de Campinas\, recebe debate e atividades do evento “As corporações na universidade: rumos da informação e do conhecimento”. \nA reunião abordará acordos recentes e pouco transparentes entre grupos privados e universidades. Também será discutido o Marco Legal de Ciência e Tecnologia e as conexões entre esses acordos\, transferência de dados da comunidade acadêmica e vigilância sobre informações. \nNa mesa de debates do dia 22\, que começa às 14h\, estarão Marta Kanashiro (Labjor/Unicamp e Rede Lavits)\, medidadora\, Rogerio Bezerra da Silva (Marco Legal) e Tel Amiel (NIED UNicamp)\, que falará sobre ferramentas abertas na educação e considerações sobre o acordo Google-Unicamp. \nNo dia 23 ocorre um cineclupe especial com o tema: “Vigilância estatal-corporativa e as revelações de Snowden: uma conversa sobre o documentário Citizen Four. A exibição começa às 18h30 e o debate se inicia às 20h30\, com Marta Kanashiro e Rafael Evangelista (Labjor/Unicamp e rede Lavits). \nA organização do evento é da ADunicamp com o apoio da Lavits e do Labjor/Unicamp.
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SUMMARY:Lavits realiza seminário “Intersecções entre pesquisa\, ação e tecnologia”
DESCRIPTION:Nos dias 17 e 18 de agosto ocorreu o IV Seminario Lavits – Intersecções entre Pesquisa\, Ação e Tecnologia. O encontro\, voltado para os pesquisadores da rede Lavits\, foi sediado no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp\, em Campinas (SP). \nNo seminário foram discutidas as próximas ações da rede\, como o planejamento de encontros experimentais que devem percorrer\, em 2015 e 2016\, alguns países latinoamericanos\, a serem definidos até outubro deste ano. Ainda\, os pesquisadores Fernanda Bruno (UFRJ)\, Rosa Pedro (UFRJ)\, Rodrigo Firmino (PUCPR)\, Marta Kanashiro (UNICAMP)\, Rafael Evangelista (UNICAMP) e Henrique Parra (UNIFESP) apresentaram suas pesquisas em andamento. \nAs pesquisas de Fernanda Bruno que foram apresentadas estão relacionadas à cartografia da vigilância\, além da intersecção entre algoritmos\, controle e subjetividade e dimensões subjetivas da percepção da vigilância. Rosa Maria Pedro apresentou seu histórico de pesquisas relacionadas aos dispositivos de vigilância e como eles participam da composição da cidade e das políticas de segurança. Rodrigo Firmino problematizou as formas de territorialização e como as tecnologias da informação\, vigilância e controle produzem e moldam os territórios nas cidades. \nMarta Kanashiro enfatizou a relação entre Capitalismo e Informação\, e abordou a questão da legislação da privacidade\, que se mostra como um campo de disputas entre mercado e Estado. Ficou a indagação: as leis servem apenas para demarcar o território do estado e do mercado em relação aos dados pessoais? Rafael Evangelista apresentou suas pesquisas relacionadas à cibernética\, singularidade e fusão homem/máquina e à chamada economia da vigilância\, na qual a produção de valor ocorre a partir da coleta e tratamento de dados. Ainda\, Henrique Parra trouxe questionamentos sobre a relação entre tecnopolítica e saberes situados versus a ciência amadora e o desenvolvimento local\, além de tratar de ciência aberta. \nO seminário integra as atividades que compõem o projeto “Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância\, Tecnologia e Sociedade/LAVITS: interseções entre pesquisa\, ação e tecnologia”\, financiado pela Fundação Ford (Rio de Janeiro). O projeto busca dar visibilidade às possibilidades de monitoramento e vigilância presentes no uso das novas tecnologias de informação e comunicação\, com o intuito de “criar meios de cooperação entre grupos de pesquisa latino‐americanos e entre estes e a sociedade civil\, para que o conhecimento tanto teórico quanto empírico nestes domínios sejam desenvolvidos e debatidos não apenas no interior da universidade como também em outros campos sociais”. Conheça mais sobre o projeto aqui.
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SUMMARY:Fórum “Os novos horizontes da informação”
DESCRIPTION:No dia 19 de maio de 2015 ocorreu na Unicamp o Fórum “Os novos horizontes da informação”\, organizado por pesquisadores do Labjor e do grupo de pesquisa CTeMe (Conhecimento\, Tecnologia e Mercado do IFCH)\, com apoio da Coordenadoria Geral da Unicamp e da Rede Lavits. O objetivo do evento foi discutir questões relacionadas à informação\, abordando aspectos como produção\, circulação\, armazenamento e regulação.\nAtualmente a informação ocupa um papel central na sociedade\, e em torno dela giram disputas que envolvem poder econômico e político. Quem tem acesso a determinadas informações e quem não tem? Quem pode coletá-las e como? Quem as faz circular? Esses são alguns dos questionamentos que se apresentam\, e respondê-los é cada vez mais fundamental para a defesa da democracia e a construção de direitos. \nAs denúncias de Edward Snowden sobre a espionagem de governos e cidadãos realizada pela Agência Nacional de Segurança dos EUA e o vazamento de documentos sigilosos governamentais e de grandes corporações feitas por Julian Assange\, do Wikileaks\, são evidências do poder que a informação representa. \nNesse contexto\, o fórum debateu algumas das transformações recentes que ocorreram em áreas como comunicação\, direito\, economia e ciências sociais. O sociólogo David Lyon\, da Queen’s University\, do Canadá\, fará a conferência de abertura\, trazendo discussões sobre a presença da vigilância em nosso cotidiano. \nOs debates foram organizados em três mesas redondas. A primeira\, “Proteção de dados\, privacidade e criptografia”\, levantou questões sobre coleta\, armazenamento e monitoramento de dados pessoais\, temas em destaque no Brasil devido à recente discussão do anteprojeto de lei de proteção de dados pessoais. \nA segunda mesa\, “Vazamento de informação\, resistência e transparência”\, teve como intuito questionar as transformações na área da comunicação e do jornalismo\, a partir da discussão sobre os limites entre transparência e privacidade e\, de forma mais ampla\, as novas formas de resistência. \nPor fim\, a mesa “Informação\, valor\, prospecção e acumulação” pretendeu trazer à tona um outro aspecto: a compreensão da informação como valor econômico\, que atravessa o mundo do trabalho por um lado e que\, por outro\, constitui novas formas de prospecção e de ferramentas para geração de conhecimento.
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SUMMARY:III SIMPÓSIO LAVITS – Vigilância\, Tecnopolíticas e Territórios
DESCRIPTION:13 – 15 de Maio\, 2015. Rio de Janeiro\, Brasil\n  \n\nASSISTA AOS VÍDEOS DA CONFERÊNCIA [AQUI]\n\nCONFIRA OS ANAIS COMPLETOS [AQUI] \nVEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA [AQUI] \n  \nO III Simpósio Internacional da Rede Latino-Americana de Estudos em Vigilância\, Tecnologia e Sociedade/LAVITS\, propõe como temática central as relações entre vigilância\, tecnopolíticas e territórios. No âmbito desta temática\, uma série de subtemas serão debatidos ao longo do Simpósio. \n\nVigilância\, Tecnopolíticas\, Territórios\n\n\nAs modulações da vigilância estão hoje atreladas a uma rede extremamente heterogênea de elementos atuantes em múltiplas escalas. Aparatos de vigilância de massa\, como os revelados por Edward Snowden\, conectam Estados e corporações; agências de segurança nacional e dados pessoais na Internet; espionagem de chefes de Estado e interesses de mercado; guerra ao terror e empresas do Big Data. \nTais dinâmicas da vigilância contemporânea nos levam a retomar a noção de território segundo diferentes níveis de questionamento. Discutir o território nesse contexto é também definir as condições de existência de indivíduos\, instituições\, corpos e subjetividades. Territórios informacionais\, urbanos\, subjetivos\, da produção ampliada de valor\, do comum\, entre outros\, são ora zona privilegiada\, ora zona de resistência às estratégias da vigilância e do controle. Ao mesmo tempo\, ações e reflexões no plano tecnopolítico vêm criando um campo fértil de táticas que contestam tais estratégias e exploram outros modos de habitar e agir coletivamente nas redes sociotécnicas contemporâneas. \nVigilância\, Tecnopolíticas e Territórios constituem assim a tríade de problemas que compõem o III Simpósio Internacional da Rede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\, a ser realizado entre 13 e 15 de maio de 2015 no Rio de Janeiro. Tríade que afeta especialmente esta cidade\, no interstício de uma série de megaeventos que deixam como legado uma expressiva e renovada gama de tecnologias de segurança e vigilância. Além disso\, o Brasil e outros países latino-americanos vivem um ciclo de lutas e protestos em que a cidade e as redes de comunicação distribuída ocupam um lugar decisivo\, tornando fundamental a reflexão sobre vigilância\, tecnopolíticas e territórios em escala global e local.\nConvidamos pesquisadores\, professores\, ativistas e artistas a submeter resumos de trabalho ao III Simpósio Internacional LAVITS que\, no âmbito de sua temática geral\, propõe debater os seguintes temas-chave: \n\nBig Data\, vigilância e tecnopolítica\nVigilância\, protestos políticos e manifestações urbanas\nMegaeventos e vigilância\nWeb\, Deep Web e Internet das Coisas: rastreamento e vigilância\nAtivismo e contra-vigilância: criptografia\, hacktivismo\, tecnopolíticas\nPráticas artísticas e estéticas da vigilância\nTrabalho e Vigilância\nCorpo\, afeto e vigilância\nIdentificação\, biometria e vigilância\nCidades inteligentes e vigilância algorítmica\nVigilância móvel e wearable: drones\, GPS\, smartphones\, câmeras integradas etc.\nPrivacidade\, dados pessoais e controle da informação\nVigilância e práticas de consumo\nTecnologias de auto-monitoramento e controle\nHistórias\, memórias e arquivos da vigilância\nRegulação da vigilância e proteção de dados na América Latina\nSnowden\, NSA e vigilância de massa: impactos na América Latina\nVigilância e ditadura militar na América Latina\nMercado da vigilância na América Latina: conexões público-privado\nVigilância e Tecnopolítica na América Latina: conceitos\, metodologias e estudos de caso\nControle social\, território e vigilância na América Latina\n\n\n\n\n\n\nOrganização\n\n\nComissão Organizadora\n\nFernanda Bruno (UFRJ)\nRodrigo Firmino (PUCPR)\nMarta Kanashiro (UNICAMP)\nLucas Melgaço (VUB\, Bruxelas)\nNelson Arteaga Botello (FLACSO\, México)\nBruno Cardoso (UFRJ)\nRicardo Pimenta (IBICT)\nHenrique Parra (UNIFESP)\nRosa Pedro (UFRJ)\nRafael Evangelista (UNICAMP)\nPablo Ortellado (USP)\n\n\n\nApoio\n\n\n\nRede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\nPrograma de Pós-graduação em Comunicação/UFRJ\nMediaLab.UFRJ\nPrograma de Pós Graduação em Psicologia/UFRJ\nInstituto de Filosofia e Ciências Sociais /UFRJ\nInstituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/IBICT\nPrograma de Pós-graduação em Ciência da Informação/IBICT-UFRJ\nPrograma de Pós Graduação em Gestão Urbana/PUCPR\nPrograma de Pós-graduação em Estudos Culturais/USP\nPrograma de Pós-Graduação em Divulgação Científica e Cultural do Laboratório de Jornalismo /UNICAMP\nPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais/UNIFESP\nFacultad Latinoamericana de Ciencias Sociales/FLACSO\, México\nRede Latino-americana de Estudos em vigilância\, tecnologia e sociedade/LAVITS\nCRiS\, Crime and Society Research Group\, Department of Criminology\, Vrije Universiteit Brussel (VUB)\nGrupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação/GPoPAI/USP\nFord Foundation\nComitê Gestor da Internet no Brasil\nNúcleo de Coordenação e informação do Ponto BR\nOpen Knowledge Brasil
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SUMMARY:II Simpósio Internacional Vigilância na América Latina
DESCRIPTION:Simpósio Internacional \n“Identificação\, identidade e vigilância na América Latina” \nUniversidad Autónoma del Estado de México \nFacultad de Ciencias Políticas y sociales \nToluca\, Estado de México\, México \n16\, 17 e 18 de Março de 2010 \n Mais informações: https://sites.google.com/site/idsurveillancemexico/ \n  \nIntrodução \nEm sociedades modernas\, sistemas de identificação têm sido utilizados como um importante mecanismo para governar\, gerenciar\, classificar e controlar a população; em outras palavras\, para vigiá-la. Isso tem implicado no uso de certas tecnologias (passaportes\, cartões de identificação nacionais\, RFID\, entre outras)\, disponibilizando à sistemas de bases de dados interconectados informações relacionadas a protocolos institucionais específicos. Neste sentido\, definimos identificação como visibilidade e verificação de detalhes específicos das vidas das pessoas. Da mesma forma\, esses sistemas de identificação têm executado várias funções: segurança\, controle migratório\, gestão de bens e serviços\, bem como o controle de acesso a territórios\, espaços e grupos. \n  \nIndubitavelmente\, o contexto histórico\, social e político denunciam os propósitos específicos a que responde cada sistema de identificação. Na América Latina\, fatores como décadas de governos militares ou unipartidários\, do crescimento de sociedades e cidades multiculturais\, do aumento de correntes migratórias\, do aumento de riscos terroristas\, de segurança pública e de saúde\, assim como a criação de políticas públicas (contra a pobreza ou desemprego) e a emergência da globalização\, têm incentivado a instalação de grandes sistemas de vigilância para a identificação da população. \n  \nEssas condições têm propiciado a articulação e integração de instituições\, corporações\, tecnologias e protocolos de identificação no território latino-americano\, dependendo de cada país ou região\, assim como as relações com outras regiões do mundo. Assim\, o ambiente da América Latina também permite traçar linhas de análise na direção da construção de identidades\, privacidade\, de formas de governo e a possibilidade de políticas de resistência\, em outras palavras\, de como esses sistemas de identificação têm sido adotados. \n  \nComissão Organizadora \nNelson Arteaga Botello \nRoberto J. Fuentes Rionda \nFacultad de Ciencias Políticas y Sociales \nUniversidad Autónoma del Estado de México\, México \n  \nRodrigo Firmino \nPrograma de Pós-Graduação em Gestão Urbana \nPontifícia Universidade Católica do Paraná\, Curitiba\, Brasil \n  \nFernanda Bruno \nPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura \nUniversidade Federal do Río de Janeiro\, Brasil \n  \nMarta Kanashiro \nLaboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e Grupo Conhecimento\, Tecnologia e Mercado \nUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)\, Campinas\, Brasil. \n  \nDanilo Doneda \nFacultade de Direito de Campos\, Rio de Janeiro\, Brasil \n  \nAndré Lemos \nUniversidade Federal da Bahia\, Brasil \n  \nCom apoio de: \nDavid Lyon \nQueen’s University\, Kingston\, Ontario\, Canadá \n  \nDavid Murakami Wood \nGlobal Urban Research Unit\, Newcastle University\, UK
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SUMMARY:I SIMPÓSIO INTERNACIONAL LAVITS: Vigilância\, Segurança e Controle Social
DESCRIPTION:  \nO simpósio\, considerado o primeiro deste tipo a acontecer na Amárica Latina\, aconteceu em Curitiba\, na PUCPR\, em março de 2009. Trinta e três artigos foram apresentados em português\, espanhol e inglês\, no que se configurou como a primeira tentativa bem sucedida de formação de uma rede latino-americana de estudos sobre vigilância. Dentre os palestrantes convidados estavam pesquisadores notórios como: David Lyon (Queen’s University)\, Nelson Arteaga Botello (UAEMex)\, David Murakami Wood (Newcastle University) e Luis Antonio Machado da Silva (IUPERJ). \nApós o evento\, Rodrigo Firmino (PPGTU/PUCPR)\, Fernanda Bruno (Eco-Pós/UFRJ)\, Marta Kanashiro (LabJor/UNICAMP)\, Nelson Arteaga Botello\, Danilo Doneda (FDC) e André Lemos (UFBa)\, com a ajuda de David Lyon e David Murakami Wood\, reuniram-se para definir a formação da rede latino-americana. Portanto\, este simpósio marcou o início de um novo tempo para os relacionamentos acadêmicos e profissionais sobre estudos de vigilância entre países da America Latina. Os anais são o testemunho deste importante momento\, e estão disponíveis gratuitamente neste site. Veja um interessante depoimento pós-evento por David Murakami Wood em seu Blog “notes from the ubiquitous surveillance society”:\nSurveillance in Latin America \nNelson Arteaga Botello está agora à frente da organização do próximo evento\, a acontecer no México\, hospedado pela Universidad Autonoma del Estado de Mexico\, em 2010. \nContexto\nVigilância tem se tornado um tema importante para as ciências sociais\, e os Estudos sobre Vigilância (Surveillance Studies) uma importante área interdisciplinar de pesquisa. Entretanto\, este assunto permanece dominado por perspectivas do hemisfério norte. O conceito de uma ‘sociedade da vigilância’ vem sendo desenvolvido sobretudo em países da Europa e América do Norte\, mas ainda é pouco observado ou explorado além dessas regiões\, mesmo que os países do hemisfério sul sejam lugares onde vigilância e controle social também apresentem impactos diretos e viscerais na vida das pessoas. \nNa América Latina\, em especial\, as práticas e tecnologias de vigilância têm tido um efeito incisivo que traz elementos da história recente\, com vários países tendo experimentado longos períodos de regimes autoritários e anos de lutas violentas entre ideologias distintas\, cada uma equacionando formas de controle em diferentes áreas de influência. Esses períodos deixaram um legado que se faz sentir nas práticas dos serviços de segurança e em sua relação com o Estado\, e na instabilidade que ocorre em vários países da região. \nAo mesmo tempo\, uma vertente de monitoramento estrangeiro significativa\, com intervenções diretas e indiretas\, especialmente da parte dos Estados Unidos\, tem imposto uma camada adicional de vigilância e controle a esses países. Este ainda é um aspecto crucial em temas como a ‘guerra contra as drogas’ na Colômbia e América Central\, o controle de movimentos populacionais\, particularmente as ondas de imigração para os EUA\, e as disputas político-ecológicas na região amazônica. Recentemente\, com novas tecnologias de vigilância urbana\, especialmente vídeo-vigilância e bancos de dados eletrônicos\, órgãos públicos e instituições privadas têm se envolvido com novas formas de vigilância e controle\, justificadas pela crescente preocupação da classe média com o crime\, os efeitos de um terrorismo regional e internacional\, e a ‘guerra contra o terrorismo’. \nCom a participação de pesquisadores\, analistas e ativistas da América Latina e outras partes do mundo\, este simpósio objetiva debater criticamente o passado\, o presente e as possibilidades futuras da vigilância\, segurança e controle social na região dos países latino-americanos\, além de procurar estabelecer um campo fecundo de questões-chave para a pesquisa e políticas públicas. \nComissão Organizadora:\nDr Rodrigo Firmino\n[Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana\, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)\, Curitiba\, Brasil]\nDr Fernanda Bruno\n[Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura\, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)\, Rio de Janeiro\, Brasil]\nMarta Kanashiro\n[Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e Grupo Conhecimento\, Tecnologia e Mercado\, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)\, Campinas\, Brasil]\nDr Nelson Arteaga Botello\n[Facultad de Ciencias Políticas y Administración Pública de la Universidad Autónoma del Estado de México]\nDr David Murakami Wood\n[Global Urban Research Unit\, Newcastle University\, Reino Unido\, Professor Visitante da Pontifícia Universidade Católica do Paraná] \nDOWNLOAD DOS ANAIS [CLIQUE AQUI] \n 
URL:https://lavits.org/event/i-simposio-internacional-lavits-vigilancia-seguranca-e-controle-social/
CATEGORIES:Simpósios
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