Um genocídio controlado por IAs e comandado por Israel

Na guerra da Faixa de Gaza, perpetrada por Israel, os ataques se diferenciam por utilizar inúmeros sistemas de vigilância com auxílio de IAs que automatizam a classificação e identificação de supostos alvos. Os programas Lavender, The Gospel e Where’s Daddy operam conjuntamente para identificar o que seriam suspeitos e sugerem intervenções prevendo, já de antemão, a morte de um número significativo de pessoas.

Essas tecnologias já são parte da atuação institucional do exército de Israel como uma “estrutura de vigilância genocida” (GSA, em inglês), termo proposto pelos pesquisadores Mais Qandeel, da Universdade de Galway, na Irlanda, e Özgün Erdener Topak, da Universidade de York, no Canadá. Eles publicaram o artigo “Genocidal Surveillant Assemblage in Palestine: A Socio-Legal Analysis” no Journal of Genocide Research onde aprofundam o estudo do desses sistemas.

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